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19 Outubro
Belém
UNAMA realiza semana de prevenção aos cânceres de mama e de útero
Por Renata Glaucia

De 25 a 28 de outubro, a unidade realiza atividades em alusão ao combate e prevenção dos cânceres de mama e de útero, no campus Alcindo Cacela. A campanha “Outubro Rosa” é desenvolvida pelos cursos do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) e o Núcleo de Responsabilidade Social da Instituição. 
 
As atividades têm início no dia 25, a partir das 8h, no Hall de entrada, com uma sensibilização e abordagem sobre as doenças. A programação será realizada pela Liga Interdisciplinar de Saúde da Mulher, do curso de Enfermagem. Além disso, haverá um aulão de dança, promovido pelo curso de Educação Física e um curso de automaquiagem, organizado pela graduação em Estética e Cosmética. 
 
No dia 26, haverá cursos de capacitação e palestras sobre os aspectos epidemiológicos dos cânceres de mama e de útero, impactos da autoimagem, exibição de documentários e cuidados paliativos. A programação acontece no auditório David Mufarrej, das 8h às 17h.
 
Já no dia 27, as atividades de prevenção seguem na Praça da Batista Campos, das 8h às 12h. O público poderá participar de oficinas de estilização de blusas e lenços de cabeça, orientação de exercícios que atendam pessoas com câncer, orientação alimentar, dicas de autoexame e maquiagem local pós-trauma.
 
Para a coordenadora adjunta do curso de Enfermagem da UNAMA, Halessa Pimentel, as mulheres têm se cuidado mais, porém ainda são altos os riscos de desenvolver a doença.  “No Brasil, estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada ano do biênio 2018-2019, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres. Nesse sentido, se faz mais que necessário informar à população feminina sobre relevância do autoexame, diagnóstico precoce das lesões, formas de tratamento e prevenção desse agravo”, disse a professora.
 
De acordo com a coordenadora do curso de enfermagem da UNAMA, Renata Lopes, hoje, as mulheres apresentam melhores expectativas de vida e chances de cura relacionadas ao diagnóstico e tratamento precoce. “Sabemos que está doença ainda é um grande desafio para a saúde pública brasileira e paraense, porém já conseguimos ver algumas melhoras, alguns progressos e essas ações tendem contribuir com os alertas”, ressaltou a gestora.
 
A UNAMA é parceira da causa e tem atividades ao longo do ano sobre o tema. “Para o nosso curso, este é um importante momento mundial, em que podemos planejar também nossas ações de responsabilidade. Por isso, anualmente estamos em conjunto com o Núcleo de responsabilidade social da Instituição de Ensino Superior e com outros cursos pensando em uma programação completa para nossos alunos, professores, colaboradores e para a comunidade”, ressaltou a gestora.
 
Todas as atividades são gratuitas e abertas à comunidade. No dia 26, dia da capacitação, os participantes devem levar um brinquedo, que serão doados para instituições parceiras. Outras informações: enfermagem.alcindo@unama.br.
 

 

26 Julho
Belém
Sarampo pode ser detectado no consultório odontológico
Por Theodorico Neto

O Brasil vive atualmente um surto de Sarampo, doença viral infecciosa aguda e facilmente transmissível, que pode acometer pacientes de todas as idades. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, através da fala, da tosse ou do espirro, e os sintomas são facilmente confundidos com o de gripe: tosse, febre, coriza, dores no corpo e manchas avermelhadas na pele. As possíveis complicações são infecções otológicas, pneumonia, convulsões e lesões no sistema nervoso central.

O cirurgião dentista possui papel importantíssimo no diagnóstico precoce da doença: antes do surgimento das características manchas avermelhadas pelo corpo, alguns pequenos pontos brancos surgem na região de mucosa bucal, chamados Sinais de Koplik. 

A prevenção da doença consiste primordialmente na vacinação, cuja campanha de imunização será no período de 06 a 31/08, para pessoas entre 06 meses e 49 anos de idade.

Previna-se!

 

 

28 Março
Belém
Unidade Belém promove atividade educacional voltada para crianças
Por Renata Glaucia

Neste último sábado, dia 24 de março, aconteceu no Parque Shopping uma atividade educacional e multiprofissional promovida pela unidade Belém, voltada para crianças entre 5 a 10 anos e seus pais, sobre prevenção de riscos de acidentes domésticos. O curso de Enfermagem mais uma vez se fez presente, sob a supervisão dos professores Milene Tyll e Maicon Nogueira.

Colaboraram com a atividade as alunas Patrícia Lima Santos e Rayane Ribeiro Silva, do 7º semestre, e o nossos alunos que fazem parte do grupo de voluntariado de humanização da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMPA). Atividade faz parte de um dos projetos de cunho social da instituição, onde foram realizados orientações, atividades lúdicas para envolver e entreter as crianças e seus responsáveis, com foco na prevenção de eventos domésticos potencialmente perigosos. 

 

30 Novembro
Belém
Alunos criam artigo sobre prevenção na Radiologia
Por Dirceu Costa

ATÉ NO INVERSO DO QUADRADO DA DISTÂNCIA, É PRECISO PREVENIR!

 

ARIANY LAYSE DE OLIVEIRA CORREA1

DIOGO JOSÉ SANTOS DE SOUZA1

ISTANEY AGUIAR DOS SANTOS1

CLAUDIO EDUARDO CORRÊA TEIXEIRA2

 

1Alunos do 6o Semestre do Curso de Tecnologia em Radiologia do Centro de Ciências Biológicas da Universidade da Amazônia

2Professor do Curso de Tecnologia em Radiologia do Centro de Ciências Biológicas da Universidade da Amazônia

 

cecteixeira@pq.cnpq.br

 

Na Medicina, a radiação ionizante é amplamente usada para tratamento e diagnóstico de doenças. Radiação ionizante pode ser entendida como qualquer partícula ou radiação eletromagnética capaz de remover um elétron de átomos ou moléculas, gerando íons. Por exemplo, os raios-X, radiação alfa, beta e radiação gama, são radiações ionizantes (Flor & Gelbeke, 2013).

Apesar de todos os benefícios da radiação ionizante, sabe-se que sua interação com material biológico pode produzir efeitos nocivos à saúde. Entre todas as fontes de radiação naturais e artificiais, as que mais representam risco são as utilizadas em radiologia diagnóstica, ou seja, mamografia, tomografia computadorizada, tomografia com emissão de pósitrons, etc. (Flor & Kirchhof, 2006).

Os efeitos deletérios da radiação sobre os organismos vivos são categorizados em determinísticos e estocásticos. Os efeitos determinísticos decorrem da alta dose de radiação a qual o indivíduo se expõe, a qual certamente leva a perdas parciais ou totais de uma função biológica, podendo levar em alguns casos até mesmo à morte (Okuno, 2013). Dentre os problemas ocasionados pelos efeitos determinísticos estão: esterilidade, radiodermite, náusea, catarata, entre outros. Já o efeito estocástico não está associado simplesmente a dose de radiação a qual o indivíduo se expõe, pois até mesmo pequenas doses de radiação no decorrer do tempo podem levar a alterações biológicas, como as mutações genéticas. Tais mutações podem ocorrer em células germinativas ou somáticas; no primeiro caso o dano ocasiona mudança hereditária, já no segundo o dano possibilita o aparecimento de câncer (Soares et al., 2011).

Percebe-se então que é imprescindível tomar medidas protetivas e preventivas contra os efeitos estocásticos acima mencionados, medidas essas direcionadas a pacientes e aos profissionais de saúde em contato diário com a radiação ionizante. E, em setores hospitalares como as unidades de terapias intensivas, unidades de internações, centros cirúrgicos, unidades coronarianas, entre outras, onde há exposição à radiação ionizante proveniente dos equipamentos radiológicos portáteis utilizados nestes ambientes, tais medidas se tornam ainda mais importantes (Huhn et al., 2016).

Nesse contexto, a Portaria 453 de 1998, item 4.27 diz que a realização de exames radiológicos com equipamentos móveis em leitos hospitalares ou ambientes coletivos de internação, somente deve ser realizada quando não for possível transferir o paciente para uma instalação com equipamento fixo. Neste caso, segundo o item 4.26 desta mesma Portaria, deve também ser adotada uma das seguintes medidas: i) os pacientes devem ser protegidos da radiação por uma barreira protetora de corpo inteiro, com no mínimo 0,5 mm equivalente de chumbo; ii) os demais pacientes que não puderem ser retirados do ambiente onde o exame radiológico será executado, devem ser posicionados a, no mínimo, 2 metros do cabeçote ou do receptor do sinal radiológico (BRASIL, 1998).

Não é fácil, impor uma distância segura entre a fonte de radiação e o organismo vivo, pois existe uma série de variáveis que podem influenciar na interação entre a radiação e os tecidos vivos, como o grau de radiossensibilidade dos tecidos, a dose de radiação recebida, tipo de exame realizado e tipo de equipamento utilizado. Em todo caso pode-se utilizar a Lei do Inverso do Quadrado da Distância para estimar uma distância segura entre o organismo vivo e a fonte de radiação. Entretanto, ainda assim a melhor maneira de se proteger da radiação é com a utilização de equipamentos de proteção individual, destinados a proteção dos pacientes e dos profissionais de saúde que atuam na radiologia (Nouailhetas, 2008).

De qualquer modo, prevenir é preciso, até mesmo no inverso do quadrado da distância.

 

 

REFERÊNCIAS

 

Brasil. Ministério da Saúde. Portaria SVS/MS n° 453, de 1 de junho de 1998. [acesso em 14 jun. 2017]. Disponível em: http://www.conter.gov.br/uploads/legislativo/portaria_453.pdf

 

Flôr RDC & Kirchhof ALC. (2006). Uma prática educativa de sensibilização quanto à exposiçãoa radiação ionizante com profissionais de saúde. Rev Bras Enferm. 59(3):274–8.

 

Flor RC, Gelbcke FL. (2013). Proteção radiológica e a atitude de trabalhadores de enfermagem em serviço de hemodinâmica. Texto Contexto Enferm. 22(2):416-22.

 

Huhn A, Vargas MAO, Melo JAC, Lima FG, Lança L, Ferreira ML. (2016). Proteção radiológica: da legislação à prática de um serviço. Rev Enferm Foco. 7(2): 27-31.

 

Nouailhetas Y. Radiações Ionizantes e a vida. Rio de Janeiro: CNEN; 2008 [acesso em 10 jul. 2017]. p. 42. Disponível em: http://www.cnen.gov.br/ensino/apostilas/rad_ion.pdf

 

Okuno E. (2013). Efeitos biológicos das radiações ionizantes. Acidente radiológico de Goiânia. Estud Av. 27(77): 185–200.

Soares FAP, Pereira AG, Flôr RDC. (2011). Utilização de vestimentas de proteção radiológicapara redução de dose absorvida: uma revisão integrativa da literatura. Radiol Bras. 44(2): 97–103.

22 Novembro
Ananindeua
Tratamento para câncer de próstata ganha genérico inédito
Por Adreanne Oliveira

A Anvisa publicou, nesta segunda-feira (20/11), o registro do medicamento genérico acetato de abiraterona.

O medicamento é utilizado no tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático resistente a castração, em combinação com os medicamentos prednisona ou prednisolona. A aprovação do medicamento deve reduzir os custos do tratamento, pois os medicamentos genéricos devem entrar no mercado com um valor pelo menos 35% menor que o valor do produto de referência de acordo com a Lei dos Genéricos.

Até o momento, não havia genéricos do medicamento acetato de abiraterona, que está no mercado com o nome comercial Zytiga, registrado pela empresa Janssen-Cilag Farmacêutica. O medicamento genérico foi registrado pela empresa Dr. Reddys Farmacêutica.

Como o acetato de abiraterona funciona

O acetato de abiraterona inibe seletivamente uma enzima necessária para a produção de androgênios (hormônios sexuais) pelos testículos, glândulas suprarrenais e tumores da próstata. Assim, diminui consideravelmente os níveis destes hormônios, os quais levam à progressão da doença.

Fonte: Anvisa