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01 Abril
Belém
Como lidar com comportamentos atípicos que o isolamento pode causar aos pets
Por Jurupytan Viana

O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA (CFMV), TRAÇOU ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA OS TUTORES DE PETS .

Em época de novo coronavírus, os animais de estimação também estão em quarentena. O hábito de ter que ficar em casa pode gerar ansiedade e até mesmo depressão nos bichinhos. Como saber se o seu animal está estressado? O que fazer?

Em primeiro lugar, é preciso observar os hábitos e movimentos do seu animal de estimação. Quem convive com o pet é capaz de identificar que seu comportamento está diferente.

“Cães estressados, por exemplo, exacerbam o hábito de lambedura nas patas e intensificam o ato de dar voltinhas ao seu redor, como se estivessem pedindo para passear. Alguns animais vocalizam, rosnam e choramingam, como pedido de socorro, outros se isolam por baixo dos móveis, ficam mais arredios aos membros da casa, tornam-se hiperativos ou até mordem”, explica o médico-veterinário Roberto Lange, da Comissão de Estabelecimentos Veterinários do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CNEV/CFMV).

Para ele, observar a postura geral do animal é muito importante. “As orelhas podem dar indícios de ansiedade: em estado de alerta, tendem a se manter eretas; já no medo ou submissão, elas baixam no sentido para trás da cabeça. A regra de ouro é observar aquilo que ele não fazia antes e, abruptamente, começou a fazer” diz Lange.

O zootecnista Alexandre Rossi, mestre em Psicologia e intengrante da Comissão de Bem-Estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, alerta que animais estressados também podem ficar mais tempo dormindo ou reclusos. “Isso costuma acontecer bastante com cães medrosos e gatos, principalmente quando há outros animais ou pessoas na casa. Há parâmetros fisiológicos que podem ser medidos para ajudar a avaliação, mas conhecer o comportamento normal da espécie e do indivíduo ajuda muito”, informa o zootecnista.

Seu animal apresentou algum comportamento semelhante? Então, está na hora de dar a ele mais atenção e cuidado. Para acalmá-lo, o médico-veterinário indica brincadeiras que ajudam a quebrar a rotina, aliviando as tensões. “Arremesso de bolinhas, o próprio banho em casa e interação direta são válidos para exercitar nossos amiguinhos”, aconselha Lange.

Para Rossi, outro jeito de reduzir o estresse é garantir espaço seguro para o animal evitar interações. Ele cita, como exemplo, “não deixar crianças incomodarem o cachorro quando ele estiver dentro da casinha dele e debaixo da cama”.

Os passeios são fundamentais para cães que não fazem as necessidades em casa, além de ser muito prazeroso e ajudar a controlar a ansiedade. Por causa do novo coronavírus, no momento, é indicado evitar aglomerações e não permitir que outras pessoas façam carinho no animal. No lugar dos passeios, Rossi indica o contato do tutor com o animal.

“Criar momentos de relaxamento, inclusive, fazer massagem no pet. Além de acalmar, a massagem ajuda a perceber se o animal está com algum desconforto, dor e problemas mais sérios, que podem ser evitados procurando o médico-veterinário antes do agravamento”, sugere o zootecnista.

Para casos extremos de ansiedade ou estresse, pode-se lançar mão de medicamentos que vão desde os fitoterápicos até os mais fortes e controlados. “Mas isso deve ser feito sempre em último caso e com a ajuda de um médico-veterinário com experiência em comportamento animal. Não saia dando ansiolíticos para o seu cão”, adverte o médico-veterinário Lange.

Passeios e cuidados com a higiene

Neste momento, a recomendação é evitar sair de casa, mas se o passeio for imprescindível, por exemplo, no caso em que os animais só fazem as necessidades fisiológicas na rua, seguem as recomendações do CFMV:

- Os passeios ao ar livre devem ser curtos e focados, só para atender às necessidades fisiológicas;

- Apenas uma pessoa deve passear com o cão, a cada saída;

- Procure lugares menos movimentados e prefira os horários mais tranquilos;

- Evite contato com outros animais e pessoas;

- Na volta para casa, higienize as patas e pelos do pet com água e sabão neutro, de preferência os que sejam adequados a uso veterinário.

Banho e tosa

Em relação aos banhos, Alexandre Rossi orienta observar a odores de pele, ouvido e boca. “Com um menor acesso aos veterinários e banho e tosa, algum problema pode passar despercebido. Muitos cães vão ficar bem sem banhos, outros precisam de banhos para controlar algumas alergias e outros problemas. Unhas grandes demais também podem causar problemas articulares e posturais”, esclarece.

Higienização das patas

As primeiras lavagens das patas de seus animais devem ser feitas com paciência. Aqueles que não estão habituados tendem a se ressentir um pouco mais, porém com a rotina estabelecida, tudo fica mais fácil. Para limpar, de maneira geral, pode-se usar todos os surfactantes (substâncias presentes no sabão, sabonete, detergentes e xampus). Há muitos produtos à base de cloreto de benzalcônio que, diluídos em água, podem também ser úteis na limpeza.

Por: José Ledamir Sindeaux Neto 

20 Janeiro
Belém
Janeiro Roxo #TodosContraaHanseníase
Por Kelly Hirai

A campanha Janeiro Roxo, segue a tradição dos meses de conscientização sobre saúde do Ministério da Saúde promovendo a conscientização sobre a Hanseníase.

A Hanseníase é uma doença infecciosa, contagiosa, CURÁVEL, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, cuja principal sintomatologia é o aparecimento de manchas na pele com alterações de sensibilidade. Sua transmissão acontece através de pessoas doentes sem tratamento para pessoas saudáveis, pelas vias aéreas superiores (tosse, espirro, fala).

O Brasil é o segundo país com o maior número de caso da doença no mundo. Devido a sua importância epidemiológica e as consequências provocadas pela doença a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH) lançou a campanha nacional e permanente “Todos Contra a Hanseníase”.

O curso de Biomedicina da UNAMA – Alcindo Cacela também apoia esta campanha JANEIRO ROXO #TodosContraaHanseníase

HANSENÍASE TEM CURA!

 

17 Novembro
Belém
Confira o artigo escrito pela professora Lílian Ximenes
Por Dirceu Santos

O presente artigo escrito pela professora Lílian Ximenes teve por objetivo relatar um caso clínico relacionando o uso da 36 termografia infravermelha (RI) associada à ozonioterapia como ferramentas 37 complementares para diagnosticar e tratar um processo inflamatório não infeccioso no 38 sistema locomotor de um cavalo-atleta da Amazônia.

A frequência cardíaca (FC), a 39 frequência respiratória (RR) e a temperatura retal (TR) foram medidas tanto em repouso 40 quanto após a caminhada. A avaliação radiográfica, a dosagem completa do hemograma e 41 da creatina fosfoquinase (CPK) foram realizadas.

O exame de IR foi realizado 42 adicionalmente e os termogramas foram analisados usando o Flir Tools. A ozonioterapia 43 foi realizada por via intramuscular na área escapular. Todas as comparações foramrealizadas utilizando ANOVA e teste de Tukey (5%).

O animal apresentou FC, RR e TR, 45 todos dentro dos limites da normalidade. Q

uando o animal foi levado a andar, demonstrou 46 dor e FC (48 batimentos.min-1) e RR (60 respirações.min-1). A dosagem de creatina 47 fosfoquinase foi de 79 UL-1 e o IR mostrou que a região torácica apresentava temperatura 48 superficial de até 39,1ºC, indicando processo inflamatório. Após a ozonioterapia houve 49 redução do padrão de cor branca de 39,1ºC para 37,2ºC. A termografia por infravermelho 50 é uma técnica eficiente que pode ser usada para o diagnóstico de inflamação e a terapia 51 com ozônio é um tratamento inovador. 52 

Anexo: 
16 Novembro
Belém
Confira o artigo escrito por Elaine Fernandes sobre a reserva indígena Raposa Serra do Sol
Por Dirceu Santos

O presente artigo, escrito pela professora Elaine Fernandes,  objetiva demonstrar que os povos indígenas sofrem com invasões a suas terras, intensificadas pela cobiça do poder econômico e pela omissão do Estado.

Em um certo período, os indígenas asseguravam as fronteiras do território brasileiro em regiões mais remotas, locais que os brancos não estavam dispostos a enfrentar. Uma vez assegurado o território e facilitado o acesso passou haver exploração econômica, em terras indígenas.

O mesmo Estado que precisou dos índios para fortalecer e consolidar as fronteiras incentivou, e posteriormente, até concedeu títulos de propriedade para "brancos" em terras indígenas, dizimando inúmeras comunidades, o que ocorreu até meados do século XX.

A Terra Indígena Raposa Serra do Sol, embora tenha seu direito à demarcação reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, sofreu com maciça exploração da rizicultura. Verificou-se que, após o término da monocultura do arroz, não houve diminuição do desempenho econômico no Estado de Roraima que teve no produto interno bruto o maior crescimento em dez anos. O crescimento em volume do PIB de Roraima no ano de 2010 foi da ordem de 9,6%, ocupando a nona posição no ranking nacional e a quinta posição na Região Norte.

 

Anexo: 
24 Julho
Belém
Coordenadora da UNAMA tem artigo publicado em revista internacional
Por Dirceu Santos

Elaine Freitas Fernandes representa o curso de direito da instituição

09 Agosto
Ananindeua
Professor Jean Arouche Publicou artigo em revista internacional de Tecnologia
Por Van Glauco

O tema do artigo é "Transmission Line Fault Classification Using Hidden Markov Models"

10 Abril
Belém
Curiosidades sobre Engenharia Civil
Por Mariana Domingues

Altair Santos nos apresentou informações bem interessantes sobre uma das mais lindas estruturas do Brasil,o nosso cristo Redentor, toda arte e beleza  deste monumento que é um simbolo da engenharia Civil.

"O Cristo Redentor, ao contrário do que se possa imaginar, não é um maciço de concreto armado. Por dentro da estátua, há uma construção semelhante à de um edifício de 10 andares. Só que em vez de uma fachada com paredes e janelas, ele recebeu a moldura do monumento idealizado por Heitor da Silva Costa."

Confira todas essas curiosidades no link 

23 Novembro
Belém
Coordenação parabeniza artigos Publicados no ENEGEP em 2018
Por Tiago Miranda

É com muita satisfação que a coordenação do curso de Engenharia de Produção vem dar os parabéns para a professora Ana Carla Pereira, e os discentes pelo aceite de publicação dos artigos: Análise do Balanceamento das Linhas de Montagem em uma empresa Tranformadora de Plástico e Estudos de Tempos e Movimentos: Análise do Processo de Encaixotamento de uma Fábrica de Gordura Vegetal.

É com estas ações em que a iniciação científica e pesquisa são incentivados aqui na Universidade da Amazônia - Pólo Alcindo Cacela.

 

01 Novembro
Belém
Alunos do curso de Enfermagem publicam artigo em periódico internacional
Por Victor Viana

Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem, Unidade Alcindo Cacela publicam artigo em periódico internacional. 

A pesquisa objetivou verificar as evidências científicas disponíveis na literatura acerca dos cuidados na manutenção de acesso venoso central totalmente implantável em oncologia.

O artigo foi publicado na revista International Journal of Development Research, periódico internacional, Fator de impacto: 6,68, Qualis CAPES A2 Interdisciplinar e B2 Enfermagem.

A obra, intitulada "Maintenance of totally implantable central venous catheter access port (port-a-cath) in oncology: integrating literature review" é fruto de pesquisa realizada por professores e alunos do curso de enfermagem da UNAMA, Unidade Alcindo Cacela em parceria com pesquisadores de outros centro de pesquisa no Brasil.

Parabéns discentes e docentes. 

O manuscrito encontra-se em OPEN ACCESS no site da revista que pode ser acessado nos links:

Endereço 1

Endereço 2

 

Anexo: 

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