UNAMA | Ser Educacional Unama
20 Abril
Ananindeua
SAIBA A DIFERENÇA ENTRE MEDICAMENTOS DE REFERÊNCIA, SIMILARES E GENÉRICOS E SUA INTERCAMBIALIDADE.
Por Adreanne Oliveira

Caríssimos fiquem ligados a mais essa informação.

 Orientação importante sobre intercambialidade de medicamentos: quais as diferenças?

 

  • Medicamentos de referência: medicamento inovador registrado no órgãos Federal responsável pela Vigilância sanitária e comercializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro. A eficácia e a segurançça do medicamento são comprovadas por estudos clínicos.
  • Medicamento genérico é aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência, apresentando eficácia e segurança equivalentes à do medicamento de referência podendo, com este, ser intercambiável.
  • A intercambialidade, ou seja, a segura substituição do medicamento de referência pelo seu genérico é assegurada por testes de equivalência terapêutica, que incluem comparação in vitro, através dos estudos de equivalência farmacêutica, e in vivo, com os estudos de bioequivalência apresentados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
  • Medicamentos similares, que são sempre identificados por nome comercial ou marca, não apresentam estudos de equivalência farmacêutica e bioequivalência, portanto, não são equivalentes e não podem ser intercambiáveis com o referência ou com o genérico, e seu efeito pode, inclusive, diferir do efeito desses.
  • Desta forma, são intercambiáveis entre si os medicamentos de referência e genérico; e referência e similares equivalentes, ou intercambiáveis.
  • Para exemplificar: caso seja prescrito um medicamento de referência poderá ser dispensado o próprio referência, ou o genérico, ou o similar intercambiável. Caso o medicamento seja prescrito pelo nome genérico, poderá ser dispensado o genérico ou o referência. Caso seja prescrito um similar intercambiável, poderá ser dispensado o próprio similar intercambiável ou referência. Entretanto, se for prescrito um medicamento similar, que não seja similar equivalente, somente o medicamento similar prescrito pode ser dispensado.
  • É considerado intercambiável o medicamento similar cujos estudos de equivalência farmacêutica, biodisponibilidade relativa/bioequivalência ou bioisenção tenham sido apresentados, analisados e aprovados pela ANVISA. Estes medicamentos deverão conter na bula e na caixa os dizeres: MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.
  • É importante lembrar que medicamentos similares não são intercambiáveis com outros similares e tampouco por genéricos. Quando o medicamento é prescrito pelo nome genérico (DCB), somente poderá ser dispensado o próprio genérico ou o medicamento de referência, mas não o similar.
  • Para garantir a rastreabilidade do processo de intercambialidade, sugerimos que o farmacêutico possua registros do procedimento. A ferramenta a ser utilizada fica a critério do profissional. Ressalta-se que o farmacêutico deve respeitar a decisão expressa de não intercambialidade do profissional prescritor.

Fontes: Lei n.º 9.787/99, RDC n.º 58/14, RDC 16/07, RDC 51/07, ANVISA/ASCOM.

19 Abril
Ananindeua
Estudo mostra impacto de intervenção farmacêutica na redução da pressão arterial
Por Adreanne Oliveira

A hipertensão não controlada é um grande problema em saúde pública, especialmente entre homens negros não-hispânicos. Preocupados com esse contexto, pesquisadores da Division of Community RelationsDevelopment, do Smidt Heart Institute at Cedars - Sinai Medical Center (EUA), realizaram um estudo que envolveu 319 homens negros, hipertensos, com pressão arterial sistólica de 140 mmHg ou mais, frequentadores de 52 barbearias cujos proprietários eram negros, cenário nada tradicional para cuidados de saúde. O estudo teve duração de seis meses.

O trabalho baseou-se no acompanhamento dos pacientes por meio de intervenções farmacêuticas e na avaliação de seu impacto sobre a pressão arterial desses homens hipertensos. As intervenções consistiam em reuniões, encorajadas pelos próprios barbeiros e conduzidas por farmacêuticos treinados em cardiologia, os quais podiam prescrever medicamentos de forma colaborativa com os médicos que atendiam os pacientes. Além disso, os participantes foram incentivados a mudar o estilo de vida.

Confira a matéra completa. 

19 Abril
Ananindeua
SUS adota novo medicamento para tratar a tuberculose
Por Adreanne Oliveira

Pacientes com tuberculose terão acesso a um novo tratamento com menor quantidade de comprimidos, passando de três para uma ingestão diária. Isso será possível com a nova apresentação do medicamento Isoniazida de 300 mg, que além de permitir redução dos comprimidos, favorece a adesão ao tratamento. O medicamento estará disponível a partir de maio na rede pública. Para a implantação da Isoniazida 300mg, o Ministério da Saúde vai financiar uma pesquisa, desenvolvida pela Universidade Federal do Espírito Santo e com apoio de pesquisadores externos nos estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e no Distrito Federal.

O Ministério da Saúde vai começar a distribuição pelos estados participantes da pesquisa: Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e no Distrito Federal. Para isso, a pasta adquiriu 5 mil caixas, que correspondem a 2,5 milhões de comprimidos. O objetivo é conhecer o processo de utilização do medicamento, bem como a sua oferta em tempo oportuno pelos serviços de saúde.

Para o secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Cavalcante, esse é mais um avanço no tratamento. "Nosso objetivo é garantir o que há de mais inovador para o tratamento da doença. Estamos investindo na cura, mas precisamos garantir que o paciente inicie e conclua o tratamento. Com a nova apresentação, vamos facilitar a vida do paciente que precisará tomar apenas um comprimido por dia. Com isso, estamos dando mais um passo para incentivar e melhorar cada vez mais a adesão dos pacientes ao tratamento”, destacou.

Confira a matéria completa.

19 Abril
Belém
Semente do açaí como concreto permeável é objeto de pesquisas no Pará
Por Mariana Von

Os professores da Universidade da Amazônia (UNAMA) Mike da Silva Pereira e Emerson Cardoso Rodrigues estão desenvolvendo pesquisas junto a uma equipe de quatro alunos sobre “Concreto permeável feito com semente de açaí”, a qual poderá evitar os alagamentos recorrentes na capital paraense. Os resultados já estão sendo publicados, inclusive fora do país.

O engenheiro civil Mike da Silva Pereira explica que o concreto permeável já existe no mercado, porém, o projeto em andamento substitui o seixo pelo caroço de açaí. “O trabalho propõe a utilização do material in natura, sem custo de beneficiamento. Evitamos com que o caroço de açaí seja depositado como lixo urbano, é uma tentativa sustentável de empregar um elemento tão comum na nossa culinária, no ramo da engenharia. O caroço de açaí adicionado ao concreto torna a impermeabilidade muito maior, o que pode evitar os nossos tão conhecidos alagamentos”, explica o professor.  

 

Confira a matéria completa.

Parabéns a todos os Alunos e professores envolvidos. Isso engrandece a todos nos que fazemos parte da UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA. Que venham maiores resultados.

26 Março
Belém
Confira artigo que faz comparação entre o cérebro masculino e feminino.
Por Dirceu Costa

COMPARAÇÃO ENTRE O CÉREBRO MASCULINO E FEMININO: ANATOMIA, FISIOLOGIA E INFLUÊNCIA HORMONAL

1 JULIANE OLIVEIRA PEREIRA

2DIRCEU COSTA DOS SANTOS

Muitas pesquisas defendem a ideia de que os cérebros masculino e feminino apresentam diferenças no modo como processam informações, e os guiam a agir cada um a sua forma. Porém, pode-se afirmar de fato que o comportamento é natural de cada gênero? (VIANA, C. et al 2009)A professora Anne Fausto-Sterlling, de Biologia  e estudo de gêneros do departamento de Biologia Molecular, Celular e Bioquímica da Universidade de Brow, possui várias pesquisas em que fala sobre as diferenças anatômicas do cérebro de cada sexo. Uma das principais diferenças está na presença de um corpo caloso (estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais) maior nas mulheres em relação aos homens, fazendo com que elas consigam usar de melhor maneira os dois hemisférios de forma habilidosa conseguindo realizar mais de uma tarefa por vez, enquanto os homens optam por dedicar-se a apenas uma tarefa de cada vez (VIANA, C. 2013).Em um estudo feito por cientistas da Universidade de Johns Hopkins revelou que o lóbulo ínfero-parietal localizado no córtex é maior no cérebro masculino, além de possuir o lado esquerdo deste lóbulo, maior que o lado direito, revelando maior eficiência em habilidades matemáticas, inclusive esta mesma área já havia sido revelada maior no cérebro de Albert Einstein. Enquanto isso nas mulheres ocorre o oposto, o lado direito apresenta-se maior que o esquerdo (SABBATINI, R. 2000).As áreas relacionadas a linguagem e comunicação possuem um tamanho entre 18% e 20% maior nas mulheres além da capacidade de processar informações nos hemisférios esquerdo e direito de forma simultânea. As mulheres também possuem maior densidade de neurônios na área do córtex do lobo temporal em associação com o processamento da linguagem, possuindo mais êxito em  profissões com grande demanda de comunicação e interação social. (Vieira, A. et al 2010).As diferenças entre os cérebros estão presentes desde a formação no útero: o masculino na presença de andrógenos e o feminino na presença de estrógenos. Homens e mulheres tendem a reagirem de formas diferentes também sob estresse, nas mulheres o estrogênio potencializa a oxitocina resultando em mais calma e capacidade de controle, nos homens a testosterona inibe a oxitocina resultando em agressividade e competitividade (Collaer, M.L. et al, 1995).Os ovários são considerados responsáveis pelas desordens físicas e mentais femininas, dadas as circunstancias como tensão pré-menstrual, menopausa, insuficiência ovariana, e outras, pois as secreções ovarianas em ordem são indispensáveis para o equilíbrio hormonal da mulher proporcionar qualidade física e mental à ela. Na maioria dos casos, essas desordens mentais referem-se a depressão (Rohden, F. 2008).Pesquisas epidemiológicas da Organização Mundial de Saúde mostram que as mulheres são duas vezes mais susceptíveis a depressão  do que os homens, independente do lugar ou cultura, e apresentam também sintomas mais graves e mais chances de suicídio, enquanto os homens depressivos possuem maiores chances de procurar consolo em álcool e drogas (Baptista, M.N, 1999).Apesar de todas as diferenças já conhecidas é preciso também estudar as relações sociais e até que ponto a cultura e crenças antigas são capazes de influenciar as habilidades e o comportamento feminino e masculino, pois alguns autores fazem especulações de que de que os antigos costumes da divisão de papéis dos sexos na sociedade determinaram diferenças ao longo da história (Poeschi, G. et al, 2003).

REFERÊNCIAS

VIANA, C; FINCO, D. Meninos e meninas na Eduação Infantil: ma questão de gêneo e poder. Disponíel. Acesso em: 15 mar.2018.

VIANNA, Claudia Pereira. A feminização do magistério na educação básica e os desafios para a prática e a identidade coletiva docente. Acesso em: 15 mar.2018.

SABBATINI, R. Existem diferenças cerebrais entre os homens e as mulheres? Acesso em 17 mar.2018.

VIEIRA, A; MOREIRA, J; MORGADINHO, R. Inteligência emocional: cérebro masculino versus cérebro feminino. Acesso em: 17 mar.2018.

Collaer, M.L; Hines, MDiferenças entre os sexos no comportamento humano: um papel para os hormônios gonadais durante o desenvolvimento inicial? Boletim Psicológico, vol.118, n.1,  julho de 1995.

ROHDEN, F. O império dos hormônios e a construção da diferença entre os sexos. Acesso em: 17 mar.2018.

BAPTISTA, M; BAPTISTA, A; OLIVEIRA, M. Depressão e gênero: por que as mulheres deprimem mais que os homens?                 Temas em psicologia, vol.7, n.2, 1999.

POESCHI, G; MÚRIAS, C; RIBEIRO, R. As diferenças entre os sexos: Mito ou realidade? Análise psicológica, vol.21, n.2, 2003.

 

 

 

23 Março
Belém
Alunos de Engenharia de Produção aprovam artigo em 1º lugar no SEPRONE
Por Tiago Miranda

Os alunos de Engenharia de Produção do 7º semestre do curso, Andreza Gonçalves, Alexandro Osório, Carlos Augusto Luz e Leyliane Pinheiro, orientados pela professora  Eliete Barroso, aprovaram o artigo "Implantação de ferramentas da qualidade no processo produtivo do tucupí e subprodutos" no IX Simpósio de Engenharia de Produção da Região Nordeste (SEPRONe) e VIII Simpósio de Engenharia de Produção do Vale do São Francisco (SEPVASF). O evento ocorreu de 7 a 9 de março de 2018 em Juazeiro, na Bahia, sendo apresentado no local do evento pela aluna Andreza Gonçalves. Este artigo foi considerado o melhor do simpósito obtendo assim o 1º lugar.  

Confira a galeria abaixo:

22 Março
Belém
Identificação humana por análise de DNA
Por Dirceu Costa

 

Muitos acadêmicos de Biomedicina sonham em trabalhar com análises genéticas. Sabe-se que indivíduos da mesma espécie, seja esta elefantes africanos, milho ou seres humanos, têm o DNA praticamente idêntico. Mas a sequência do DNA em certos locais, conhecidas como LOCI, varia nos genomas individuais. Esta variação pode ser utilizada para distinguir um indivíduo de outro da mesma espécie. O processo de análise destas variações com o propósito de identificar indivíduos é conhecido como PERFIL DE DNA ou FINGERPRINTING GENÉTICO (impressão genética). A impressão genética faz uso de sequências repetitivas altamente variáveis, chamadas STRs (short tandem repeats). Estes loci são altamente similares entre humanos muito relacionados, mas variáveis o suficiente para que seja extremamente pouco comum que humanos não aparentados tenham os mesmos alelos.

As técnicas de identificação humana por DNA vêm sendo utilizada com diversos objetivos, incluindo as ciências forenses (comparar o DNA encontrado em cenas de crime contra o de suspeitos, ou identificações de vítimas de catástrofes), testes de paternidade, investigações históricas, elucidação de desaparecimentos e ainda na criação de bancos de dados de criminosos sexuais. 

Aprofunde suas pesquisa e fique por dentro.

 

12 Março
Belém
Disciplina de Tópicos Integradores rende artigo informativo
Por Dirceu Costa

A partir do estímulo à produção científica, discentes do Curso de Biomedicina produziram um artigo sobre implicações de procedimentos estéticos (Arquivo em anexo) cometidos por profissionais não capacitados. O artigo destaca a importância da capacitação e habilitação dentro da biomedicina estética o risco que a população corre quando busca atendimento não especializado. 

 

Confira!

Anexo: 
09 Março
Belém
Dia Internacional da Mulher: mulheres conquistaram seu espaço na Odontologia brasileira
Por Theodorico Neto

O Dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março no Brasil e em dezenas de países. O objetivo da data, estabelecida pelas Nações Unidas em 1977, é comemorar as conquistas do sexo feminino e chamar a atenção para a discriminação contra a mulher em todos os setores, inclusive no mercado de trabalho.

A evolução da participação das mulheres na Odontologia brasileira serve como ilustração para o avanço da presença feminina no mercado de trabalho no país. A Odontologia já foi uma profissão majoritariamente masculina. Entre os inscritos no CFO, há um predomínio de homens nas faixas de idade a partir de 61 anos. De 60 anos para baixo, predominam as mulheres e de forma crescente. Ou seja, a cada década, aumenta a proporção de mulheres inscritas no Conselho Federal.

 

Confira a matéria completa.

06 Março
Belém
Novo Código de Ética Odontológica deve ser publicado em 2018
Por Theodorico Neto

A atualização do Código de Ética Odontológica deve estar concluída e publicada até o primeiro semestre de 2018. A previsão foi feita pelo presidente da Comissão Especial encarregada de sistematizar as propostas dos Conselhos Regionais de Odontologia, Luiz Evaristo Ricci Volpato (CRO-MT), em 7 de novembro, último dia da Assembleia Conjunta do Conselho Federal de Odontologia com os presidentes dos CROs, em Brasília.

As reuniões regionais para a revisão do atual Código, em vigor desde 2012, começaram no ano passado, segundo Volpato. O passo seguinte foi o envio das propostas à Comissão Especial do CFO no primeiro semestre deste ano. Volpato lembrou que elas foram consolidadas em um documento apresentado em julho, na primeira Assembleia Conjunta do CFO com os presidentes dos CROs.

 

Confira a matéria completa.

Páginas