29
Junho
Belém
Confira Resultado da seleção de estágio
No último dia 28, publicamos a relação dos alunos aprovados na seleção de estágio. Uma parte dos alunos selecionados irão estagiar no Centro de Controle de Zoonoses e outra parte no Hospital Veterinário Municipal Dr. Vahia. Acreditamos, que será uma importante experiência para nossos acadêmicos, estamos gratos aos parceiros por todo o apoio. Confira o resultado no arquivo em anexo.
22
Junho
Belém
Saiu o edital para estágio no Centro de Controle de Zoonoses
Durante essa semana (21 a 25 de Junho) estará aberto o Processo Seletivo para realização de estágio no Centro de Controle de Zoonoses. Acreditamos que a introdução de nossos acadêmicos no decorrer do curso nas ais diversas áreas de atuação do médico veterinário é fundamental para a formação de profissionais éticos e compromissados com a saúde e bem estar dos animais, homens e ambiente. Acesse o edital e participe!
21
Junho
Belém
Curso de medicina veterinária lança edital "projeto vivências"
No período de 21 a 25 de Junho estarão abertas as inscrições para o Projeto Vivências. No mesmo, os alunos poderão ser selecionados para realização de estágio na área Clínica e Cirúrgica da Medicina Veterinária. Estamos com boas expectativas sobre as inscições e o período de estágio!
18
Junho
Belém
Encontro com Líderes de 2021.1 do Curso de Medicina Veterinária
O Encontro de Líderes teve por objetivo agradecer a todo o apoio recebido em 2021.1, na ocasião podemos ouvir também os líderes e vice-líderes. Sem dúvida alguma o semestre foi mais leve e produtivo devido a presença desses queridos alunos. Que venha 2021.2!
18
Junho
Belém
Encontro com a Turma 2021.1 de Medicina Veterinária da Unama Parque Shopping
No dia 17 de Junho recebemos as turmas de calouros 2021.1. Na ocasião os alunos conheceram melhor a Unidade, os professores e as disciplinas que terão em 2021.2. Além disso, tivemos a participação especial do Prof. Anderson Caldas falando sobre "As lições criativas e afetivas que aprendemos com os animais, para não desistir dos nossos sonhos”. Foi um prazer receber a todos!
15
Junho
Belém
CUIDADOS COM OS PETS NAS FÉRIAS.
CUIDADOS COM OS PETS NAS FÉRIAS.
POR: Prof. José Ledamir Sindeaux Neto
As férias de julho estão chegando e uma das dúvidas mais comuns das mais de 48 milhões de famílias brasileiras que têm animais de estimação é de como proceder adequadamente para garantir a saúde e bem-estar de seus leais companheiros.
Vai viajar?
Então além de se preocupar com a pandemia em que vivemos, sua saúde, de sua família e dos que o cercam, ainda é importante ponderar se é adequado e seguro levar seu pet. Em muitos casos você não pode levá-lo (por razões diversas) e então necessitará de cuidados terceirizados. É possível que um amigo ou familiar hospede seu animal de estimação, e será necessário que ambos tenham convivência prévia individuais, com o lar que o acolherão, com outros pets residentes e que sejam observadas e respeitadas todas as suas características e peculiaridades.
Caso você opte por deixar seu cão em algum Hotel especializado, é importante que sejam observadas características de higiene sanitária, conforto e segurança. Alguns exames devem ser solicitados, principalmente quanto às doenças infecciosas, o que garantirá a saúde de seu animal e dos demais hóspedes. Será importante uma ambientação de seu pet alguns dias ou semanas antes da viagem com o hotel e com os funcionários que lidarão diretamente com ele.
Caso você queira levar o animal com você na viagem: Em uma viagem aérea, é importante respeitar as medidas impostas pelas empresas e serviços nacionais de vigilância em saúde, onde seu pet necessitará de um atestado de sanidade emitido pelo Médico Veterinário (O serviço não está incluso no valor da passagem aérea). Caso a viagem seja realizada por rodovias, é importante que seus animais sejam transportados em caixas próprias e/ou protegidos com os cintos de segurança adequados, além de serem respeitados o bem-estar com conforto térmico e os horários de alimentação e de demais necessidades fisiológicas.
Se durante as férias você e sua família optaram (ou foram obrigados a optar) por permanecerem em casa, algumas observações também devem ser feitas, como por exemplo as alterações de rotina, barulhos, dentre outras que costumam alterar durante os maiores períodos em casa e claro, também afetam seus animais.
Outra sugestão: aproveite o tempo livre em casa para dar bastante atenção, amor e carinho ao seu fiel companheiro e aproveitar a “folga” para uma visita básica ao médico veterinário e realização dos exames de rotina, que poderão garantir muitos anos de vida e saúde ao seu melhor amigo!
Referências
https://www.cpt.com.br/noticias/cuidados-com-os-animais-de-estimacao-nas-ferias https://www.correiobraziliense.com.br/ https://quatrorodas.abril.com.br/auto-servico/como-transportar-seu-animal-de-estimacao
02
Junho
Belém
Saiba mais sobre os carrapatos de peixes
VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM “CARRAPATOS” DE PEIXES?
POR: PROF. DR. JOSÉ LEDAMIR SINDEAUX NETO
Alguns crustáceos da subclasse Branchiura podem ser ectoparasitos de peixes, onde destacamos os gêneros Argulus e Dolops. Esses pequenos parasitos arredondados e comprimidos dorso-ventralmente se fixam à pele, nadadeiras ou brânquias através de seu aparelho bucal em forma de ventosas ou ganchos.
Devido sua morfologia e aspecto parasitário, são bastante comparados aos carrapatos. Essas semelhanças não devem ser mera coincidência, já que ambos são pertencentes ao filo Arthropoda, apresentando, portanto, ancestrais comuns.
Ao se fixarem nos hospedeiros, esses branchiuras sugam os fluidos que necessitam para sua manutenção e causam lesões mecânicas e enzimáticas, criando nos sítios de fixação feridas abertas e reações inflamatórias locais que podem evoluir em tamanho e grau, devido aos recursos que os peixes utilizam para tentar “se livrar” deles, como natação errática e brusca, se chocam contra pedregulhos e até mesmo com outros indivíduos em seu ambiente natural ou artificial (psiculturas), devido a todo incomodo ocasionado pelos parasitos e lesões.
Esses branquiúros (como também são chamados), têm tamanho corpóreo entre 4 e 30mm, e apresentam Cabeça com estruturas cefálicas (Discos de sucção, peças bucais, espinhos, olhos e antenas), além de tórax e abdômen, que costumam ser formados por quatro (04) segmentos, cada um com um par de apêndices natatórios.
São indivíduos dióicos, com os sexos bem definidos e em indivíduos distintos, têm reprodução sexuada e os ovos ficam dispostos em uma estrutura sacuolar no tórax das fêmeas.
O tratamento dos peixes infectados é fundamental para a manutenção da vida e bem-estar destes animais, principalmente em ambientes artificiais (psiculturas ou aquariofilia) e também é uma responsabilidade dos médicos veterinários.
Você já levou seu peixinho ao veterinário esse ano?
REFERÊNCIAS
EIRAS, J.C. 1994 Elementos de ictioparasitologia. Porto: Fundação Eng. Antônio de Almeida. 339p.
KABATA, Z. 1988 Copepoda and Branchiura. Guide to the parasites of fishes of Canadá. Part II. Crustacea. In: MARGOLIS, L. e KABATA, Z. (Ed.). Fisheries Aquatic Science, 101: 3-27. Canadian Special Publication
MIKHEEV, V.N.Behavioural adaptations of argulid parasites (Crustacea: Branchiura) to major challenges in their life cycle. reino unido: BioMed Central. Parasites & Vectors. 2015
SCHALCH, S.H.C. Parasito conhecido como “carrapato de peixe” causa sérios danos à piscicultura. Disponivel em: https://www.pesca.sp.gov.br/parasita_peixe.pdf. Acesso em 27 de maio de 2021
31
Maio
Belém
Confira o artigo sobre Suplementação de Bubalinos com Ácidos Graxos e sua Relação com a Reprodução
Importante resultado foi obtido quando foi realizada a suplementação de touros bubalinos com ácidos graxos saturados e insaturados extraídos da indústria do óleo de palma. Observou-se que óleo de palma e o resíduo do óleo de palma podem ser utilizados com segurança na alimentação de búfalos e proporcionam maior qualidade do sêmen in natura e criopreservado. Leia o artigo completo em anexo.
18
Maio
Belém
VOCÊ SABIA QUE OS CÃES PODEM TER INSUFICIÊNCIA CARDÍACA?
VOCÊ SABIA QUE OS CÃES PODEM TER INSUFICIÊNCIA CARDÍACA?
POR: PROF. DR. JOSÉ LEDAMIR SINDEAUX NETO
O coração é o órgão protagonista do aparelho circulatório, é ele quem funciona como uma “bomba” forçando o sangue a ser ejetado desde os ventrículos para as artérias Pulmonar e Aorta, seguindo para os pulmões e restante do organismo, respectivamente, bem como permitindo o retorno sanguíneo aos átrios através da Veia cava superior e inferior (átrio direito) e veias pulmonares (átrio esquerdo).
A partir dos átrios, o sangue passa aos ventrículos através de portões que impedem o refluxo sanguíneo (valvas átrio-ventriculares) e então seguem novamente pelas artérias citadas anteriormente. Esse processo se repete sucessivamente durante toda a vida dos animais e é fundamental para manter o sangue circulante que levará nutrientes, hormônios e outras substâncias às células do organismo, bem como será responsável por recolher os produtos metabólicos para serem processados e eliminados do organismo.
O coração trabalha sob diversas condições dinâmicas como: Frequência (batimentos por minuto), Débito cardíaco (volume de sangue ejetado pelos ventrículos por minuto) e ainda sob determinadas condições de força de trabalho e pressão, conforme haja necessidade do corpo.
Esses padrões de trabalho do coração são regulados por mecanismos intrínsecos (Próprios do sistema cardiovascular) ou extrínsecos (Sistema nervoso, endócrino, excretor ou outros), esses conjuntos trabalham para regular o débito cardíaco e o funcionamento adequado deste magnífico órgão.
Quando o coração não consegue manter um ritmo apropriado ou somente funciona sob elevado trabalho muscular, nestes casos, não conseguindo bombear o sangue em quantidades suficientes para manter as demandas metabólicas dos tecidos ou apenas com elevadas pressões de enchimento, causando alterações hemodinâmicas, bioquímicas e biofísicos nas células miocárdicas, temos então um estado de insuficiência cardíaca.
Diversas podem ser a origem desta insuficiência cardíaca, como disfunção sistólica ou diastólica (contração ou relaxamento do músculo cardíaco respectivamente), Falta de tônus da massa miocárdica, estenoses arteriais, deficiência em valvas cardíacas, disfunções volêmicas (excesso ou redução de sangue no organismo), falha nos mecanismos regulatórios intrínsecos e/ou extrínsecos, parasitoses, sobrepeso/subpeso, dentre outros.
Os animais que têm insuficiência cardíaca podem manifestar diversos sintomas como: perda de peso, síncope, dificuldade respiratória, edemas, hipertensão venosa, intolerância ao exercício, dentre muitas outras e inclusive dependendo do grau de evolução da doença serem subclínicos, isso traz a tona a importância da visita regular ao médico veterinário, bem como o acompanhamento dos animais com exames de rotina.
A insuficiência cardíaca na maioria dos casos não tem cura, no entanto o tratamento adequado e em tempo hábil pode prolongar muito a vida dos animais, bem como proporcionar maior bem estar.
Já consultou seu PET esse ano? Caso a resposta seja não, procure o quanto antes um médico veterinário e acompanhe de perto a saúde do seu melhor amigo.
REFERÊNCIAS
BAZAN, C.T., MONTEIRO, M.E., BISSOLI, E.G. Fisiopatologia da insuficiência cardíaca em cães. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária –. Ano VII – Número 12 – Janeiro de 2009
CUNNINGHAM, I.G. Tratado de fisiologia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 5ª ed. 2014.
GARCIA, S. M. L.; FERNANDES, C. M. – EMBRIOLOGIA, 3ª ed. Artmed Editora, 2001.
GARTNER, L.; HIATT, J. Tratado de histologia em cores. 3ª ed. Elsevier editora, 2007.
GILBERT, S. F. Biologia do desenvolvimento. 5ª. ed. FUNPEC, 2003.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 11ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
MOYES, C.D., SCHULTE, P. M. Princípios de Fisiologia Animal. 2ª Edição. Ed. Artimed, 2010
RANDALL, D., BURGGEN, W.; FRENCH, K. Fisiologia Animal: Mecanismos e Adaptações. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 4ªed. 2000.
REECE, W.O. DUKES- Fisiologia dos animais domésticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 13ªed. 2017.
SANDLER, T.W. Langman Embriologia Médica. Ed. Guanabara Koorgan. 9ª ed. 347p. 2004.
SANTOS JÚNIOR, E.R; MELO, A,N; WISCHRAL, A. FISIOPATOLOGIA DA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E O USO DO MALEATO DE ENALAPRIL EM CÃES Ciênc. vet. tróp., Recife-PE, v. 10, n. 1, p. 1 - 8 - janeiro/abril, 2007





