UNAMA | Ser Educacional Unama
30 Abril
Belém
Pesquisa diz que falta de orientação pode atrasar primeira visita da criança ao Cirurgião-Dentista
Por Theodorico Neto

Um em cada seis pais que não receberam conselhos médicos acreditavam que as crianças deveriam atrasar a primeira visita ao Cirurgião-Dentista até os 4 anos de idade ou mais, de acordo com a pesquisa realizada pela CS Mott Children’s Hospital, nos EUA.
 
Essa idade está acima da recomendada pela American Academy of Pediatrics e a American Dental Association. As instituições indicam que as crianças devam iniciar as consultas dentárias em torno de um ano de idade ou assim que surjam os primeiros dentes.
 
Sobre a pesquisa
 
Os pesquisadores entrevistaram 790 pais com pelo menos uma criança com idade entre 0 e 5 anos. As respostas indicaram que mais da metade deles não receberam orientações de profissionais da saúde sobre a primeira visita ao Cirurgião-Dentista. Desses, apenas 35% acreditavam que as visitas deveriam começar com um ano ou menos, como é recomendado. “Visitar o Cirurgião-Dentista em uma idade precoce é uma parte essencial dos cuidados de saúde das crianças”, diz Sarah Clark, codiretora da pesquisa. “Essas visitas são importantes para a detecção e tratamento da cárie dentária da primeira infância e também uma oportunidade valiosa para educar os pais sobre os principais aspectos da saúde bucal”.
 

20 Abril
Ananindeua
Anvisa aprova novo medicamento para o tratamento de Hepatite C
Por Adreanne Oliveira

De acordo com informaçãoes publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 16/04/2018, o novo produto aprovado para registro o Maviret (glecaprevir/pibrentasvir), será comercializado com concentrações de 40mg e 100mg na forma de comprimido revestido, e sua  indicação  para o tratamento da Hepatite C (genótipos 1, 2, 3, 4, 5 e 6) em pacientes com e sem cirrose. O medicamento Maviret será fabricado pela empresa Fournier Laboratories Ireland Ltd., localizada na Irlanda, e a detentora do registro do medicamento no Brasil é a empresa Abbvie Farmacêutica Ltda.

A infecção viral por Hepatite C, conhecida por provocar inflamação do fígado, é um problema global de saúde, com uma estimativa de 170 milhões de indivíduos cronicamente infectados. Não existe vacina contra a doença, por isso, o caminho é a prevenção.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a Hepatite C é causada pelo vírus C (HCV) no sangue. Entre as causas de transmissão estão a transfusão de sangue e o compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), para higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings.

Embora sejam formas mais raras, a transmissão da doença também pode ocorrer da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, e por sexo sem camisinha com uma pessoa infectada.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, quando a infecção pelo HCV persiste por mais de seis meses, o que é comum em até 80% dos casos, caracteriza-se a evolução para a forma crônica. Cerca de 20% dos infectados cronicamente pelo HCV podem evoluir para cirrose hepática e cerca de 1% a 5% para câncer de fígado.

Fonte: Anvisa, 2018.

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09 Março
Belém
Dia Internacional da Mulher: mulheres conquistaram seu espaço na Odontologia brasileira
Por Theodorico Neto

O Dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março no Brasil e em dezenas de países. O objetivo da data, estabelecida pelas Nações Unidas em 1977, é comemorar as conquistas do sexo feminino e chamar a atenção para a discriminação contra a mulher em todos os setores, inclusive no mercado de trabalho.

A evolução da participação das mulheres na Odontologia brasileira serve como ilustração para o avanço da presença feminina no mercado de trabalho no país. A Odontologia já foi uma profissão majoritariamente masculina. Entre os inscritos no CFO, há um predomínio de homens nas faixas de idade a partir de 61 anos. De 60 anos para baixo, predominam as mulheres e de forma crescente. Ou seja, a cada década, aumenta a proporção de mulheres inscritas no Conselho Federal.

 

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05 Dezembro
Ananindeua
A Inteligência Artificial nos deixando cada vez mais conectados
Por Marcia Homci

Grandes nomes da tecnologia vêm fazendo nos últimos tempo perguntas do tipo: Para termos uma realidade mais conectada precisamos realmente ver nossos aparelhos?

A ideia é que conversemos com as telas dos equipamentos através de assistentes armados de inteligência artificial, como a Siri, aplicativo de reconhecimento de voz da Apple e assistente pessoal.

O lançamento do iOS10 trouxe uma novidade, a liberação do uso da Siri por desenvolvedores terceiros. A partir de agora, a assistente pessoal poderá interagir com apps de outros desenvolvedores que não a Apple. A pessoa pode simplesmente dizer: Siri, mande um WeChat para o “Sr. Silva”. Com isso, a assistente vai perguntar o conteúdo da mensagem e enviá-la. Apesar de novidade no iOS, esse recurso já está disponível no Google Now e nativamente no Moto Voz da Motorola há anos, é a Inteligência Artificial aperfeiçoando o acesso aos recursos tecnológicos.

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10 Outubro
Santarém
Crie oportunidades de negócios sem gastar dinheiro
Por Wladimir Antônio

Gerar oportunidades de negócios sem investir dinheiro, ou gastando muito pouco, é possível. O "segredo", segundo José Augusto Minarelli, sócio da consultoria em aconselhamento de carreira Lens&Minarelli e autor dos livros " Superdicas de networking" e "Trabalhar por conta própria", é criar redes de relacionamentos sólidas.

 

De acordo com Minarelli, micro e pequenos empresários não têm recursos suficientes para investir em publicidade e propaganda. Fazer contato com diferentes pessoas é uma alternativa para encontrar clientes, fornecedores e parceiros.

 

Veja abaixo dez dicas de José Augusto Minarelli para micro e pequenos empresários manterem redes de contatos sólidas.

 

1. Pratique networking todos os dias.

 

Ao ir ao banco, cumprimente o caixa e passe na mesa do gerente para dar um alô. Em eventos, cumprimente as pessoas e troque cartões de visita. Marque almoços ou cafés de relacionamento. Contato pessoal custa tempo e habilidade de conversar, mas não exige dinheiro.

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20 Agosto
Belém
Quanto valem seus dados? Deixe-os desprotegidos e saberás
Por Rômulo Pinheiro

Em função dos últimos ataques virtuais, o sinal de alerta soou e as empresas vêm gradativamente voltando a investir mais em segurança e tecnologia.  O futuro é promissor, conforme aponta o Gartner. Em sua última pesquisa, o instituto prevê que em 2018 cerca de 90% das companhias terão algum tipo de estrutura relacionada à segurança de dados.
 
Apesar de sempre existirem ameaças virtuais, o conceito se popularizou há poucos anos por conta das ameaças passarem de ser vírus ou trojans para esquemas complexos de sequestro de dados ou de informações privilegiadas. Como é o caso dos atuais ransomwares e de pragas como Stuxnet, que são totalmente direcionadas a um fim lucrativo.
 
Vulnerabilidades chamadas de zero-day, até então nunca divulgadas, têm impactado todos os setores da indústria. Falhas como HeartBleed e ShellShock ou até mesmo recentemente a suíte de ferramentas da NSA, vazada na internet pelo grupo hacker autodenominado Shadow Brokers, a qual continha várias falhas zero-day, sendo a mais importante delas a vulnerabilidade Eternal Blue, explorada por hackers com o WannaCry.
 
Os ataques ocorrem por todos os lados. Segundo reportagem publicada na Reuters, o site de relacionamento Ashley Madison teve seus dados vazados obrigando a companhia a pagar 11,2 milhões de dólares como indenização aos seus clientes pela exposição de dados. Já a operadora de telefonia Verizon, uma das maiores dos EUA, também sofreu com a disseminação dos dados de seus clientes porque seu fornecedor, a Nice System, estava com um servidor na Amazon aberto para navegação, dando a possibilidade de hackers má intencionados baixarem os dados armazenados.
 
Conforme os sistemas evoluem, as ferramentas usadas para ataques cibernéticos também progridem na mesma escala. Com isso, as empresas precisam estar atentas a ter um processo de gestão de risco e compliance, contando com uma equipe dedicada especificamente na área de segurança da informação.
 
Devemos nos perguntar o quanto vale nossos dados e até quando deixaremos nossas informações desprotegidas a ponto de comprometer e causar prejuízos imensos. O alcance da internet em lugares onde antes não havia, a popularização de smartphones e tablets e todo esse crescimento de infraestrutura, desencadeou a facilidade de hoje de qualquer adolescente má intencionado ter a acesso a conteúdos privados.
 
Antigamente tínhamos os CPDs (Central de Processamento de Dados), onde ficava praticamente toda a infraestrutura de TI da empresa. Evoluímos e hoje temos data center, big data, auditoria, tudo colaborando para expansão dos setores de tecnologia, porém essa evolução amplia exponencialmente áreas que envolvem risco, compliance e segurança.
 
Na prática, as empresas devem criar times específicos com habilidades distintas, análise de vulnerabilidades, gestão de risco e incidentes. Caso não seja possível criar um time interno, a ação correta é contar com apoio de consultorias especializadas. Tudo isso de forma orquestrada para blindar o ambiente digital da empresa.
 
Como diversas pesquisas apontam, as empresas terão que invariavelmente investir em segurança da informação, adquirir ou contratar ferramentas e pessoal especializado. Dessa forma, quanto mais rápido esse investimento acontecer, mais protegida a empresa estará, evitando surpresas por conta das novas brechas de segurança para barrar, principalmente, a possibilidade de dados vazarem e resultar em prejuízos financeiros e para a reputação incalculáveis.
 

 

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08 Maio
Belém
Estudantes de Enfermagem destacam a importância da Cruz Vermelha
Por Renata Glaucia

Atuando para prevenir ou amenizar o sofrimento humano, a Cruz Vermelha atende toda e qualquer vítima de desastres e está sempre preparada para atender às emergências. Para lembrar o dia dessa organização, comemorado em oito de maio, as alunas do curso de Enfermagem da Universidade da Amazônia (UNAMA), Josinete Barros e Samara Castilho, contam um pouco sobre a sua experiência na equipe de voluntários e sobre a importância de se trabalhar diariamente no atendimento às vítimas. 

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