UNAMA | Ser Educacional Unama
01 Novembro
Belém
Alunos do 4º semestre aprovam trabalhos em congresso
Por Marcella Kelly

Os acadêmicos da turma da manhã do 4º semestre, do curso de Farmácia (campus Alcindo Cacela), tiveram seus trabalhos aprovados no 2º Congresso Pan Amazônico de Ciências Farmacêuticas. O evento acontece em Dezembro, no Centro de Convenções. Orientados pela professora Priscila Pinheiro, o grupo conseguiu a aprovação de cinco trabalhos com diversas temáticas nas áreas de Cuidados em Saúde e Tecnologia e Inovação em Saúde. A coordenação do curso parabeniza os acadêmicos e a orientadora pela conquista. 

26 Outubro
Belém
Alunos participam do 41º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação
Por Thiago Almeida

O aluno Thomaz Oliveira, do 8º semestre de jornalismo participou desta edição do Congresso.

22 Outubro
Belém
Entenda sobre as Arboviroses
Por Dirceu Costa

As arboviroses são constituídas por um grupo de doenças virais, as quais são causadas por vírus conhecidos como arbovírus (Arthropod-borne vírus), que integram cinco famílias: Bunyaviridae, Togaviridae, Flaviviridae, Reoviridae e Rhabdoviridae2. Infecções por arbovírus se tornaram um problema de saúde pública no mundo, principalmente nos trópicos, já que aproximadamente 150 espécies de arbovírus podem causar algum tipo de patologia em humanos. O fato de determinada parte de seu ciclo de replicação ocorrer em insetos, além de possuírem como vetores os artrópodes, usualmente fêmeas de mosquitos hematófagos, é o que determina sua nomenclatura como arbovírus1,5.

Algumas circunstâncias como o aumento de migrações populacionais, a globalização e mudanças no clima, envolvendo o aquecimento global, propiciam a emergência ou reemergência de arboviroses. Países tropicais como o Brasil oferecem meios para a propagação de arboviroses, principalmente por conta do clima, o qual favorece o desenvolvimento de vetores e influi na incubação extrínseca destes vírus. Além disso, outros fatores como a urbanização desordenada, desmatamentos e baixas condições sanitárias, permitem maior disseminação dos arbovírus nestes ambientes1,3. A presença de um vetor versátil, que possa propagar os vírus em diferentes meios, tanto urbanos quanto rurais, além da alta adaptabilidade dos arbovírus, por apresentarem seu genoma em RNA, facilita a instalação destes vírus em um novo território2.

Os vírus da Dengue (DENV), Zika (ZIKV ou ZIKA) e Chikungunya (CHIK ou CHIKV) estão incluídos entre os arbovírus mais disseminados no Brasil. Isto se dá principalmente pelo fato de possuírem vetores comuns: fêmeas de mosquitos Aedes spp., principalmente as espécies Ae. aegypti e Ae. albopictus2,5. Com a chegada dos europeus às Américas, em meados do século 16, acredita-se que o Ae. aegypti tenha sido introduzido no Brasil, resultando em diversos surtos de DENV no passar dos anos. Durante os anos de 1940 e 1950, o Brasil e alguns outros países das Américas desenvolveram um programa de combate ao Ae. aegypti, que teve excelentes resultados, culminando na completa erradicação deste vetor do país10. Todavia, por volta da década de 70, o cenário brasileiro, foi propenso à formação de criadouros para vetores, por conta do acelerado processo industrial que ocorreu cerca de 20 anos antes. Esta situação foi benéfica ao Ae. aegypti, que pode se reinstalar no país, ao elevar a quantidade de mosquitos adultos circulantes. Já o Ae. albopictus, se instalou no Brasil mais recentemente, cerca de três décadas atrás, e juntamente com o Ae. aegypti, hoje, são os vetores mais propensos a disseminar essas arboviroses (DENV/ZIKV/CHIKV) no país1,3,4,10.

Para que a transmissão vetorial aconteça, entretanto, é preciso que ocorra a chamada competência vetorial, onde aparentemente ocorrem interações entre o genótipo do vírus, e o genótipo do mosquito4. Como já discutido anteriormente, pelo fato dos arbovírus apresentarem grande adaptabilidade em seu material genético, a competência vetorial entre DEN, ZIK e CHIK e o mosquito Aedes spp., principalmente o Ae. aegypti e o Ae. albopictus tornam-se claramente possíveis2,3.

Dengue

Pertencente à família Flaviviridae, gênero Flavivírus, o DENV pode ser considerado como o arbovírus de mais rápida emergência no planeta, tendo suas características epidemiológicas, clínicas e biológicas, portanto, bem descritas2,6. Possui fita simples positiva de RNA, e apresenta 5 sorotipos (DENV-1, DENV-2, DENV-3, DENV-4, e DENV-5), sendo o sorotipo 2 considerado o mais virulento. O último sorotipo (DENV-5) foi descrito recentemente, em outubro de 2013, em Sarawak, Malásia7,9.

Em 1779 e 1780, na Ásia, África e América do Norte, houveram relatos coerentes de epidemias causadas por DENV. Além disso durante os anos de 1939 a 1945, período que ocorreu a 2ª Guerra Mundial, o DENV e seus diferentes sorotipos foram disseminados para diferentes ambientes, por conta dos distúrbios ecológicos. No Brasil, o provável primeiro grande surto pelo DENV data 1846, no Rio de Janeiro1,7. Epidemiologicamente, o DENV é considerado endêmico em mais de 110 países, os quais se localizam principalmente em regiões tropicais de continentes como Ásia e Américas, sendo bem distribuído ao longo da faixa equatorial. O número de casos totais de dengue é aproximadamente 101 milhões por ano, podendo levar a quantidade de óbitos anuais para mais de 20 mil1,6,7.

O DENV apresenta quadro clinico variável e pode ser grave, caso evolua. Basicamente, o curso da doença, após o período de incubação, se constrói em três fases: a fase febril, onde quase todos os sinais e sintomas são inespecíficos, principalmente a febre, dores de cabeça, erupções cutâneas e mialgias; a fase crítica, onde o comprometimento clínico pode ser fatal, em grande parte pela presença de trombocitopenia e aumento da permeabilidade vascular, o que normalmente leva a hemorragias severas; e a fase de recuperação, que corresponde à melhora clínica do paciente, com a reabsorção de fluidos. A fase crítica da doença, mesmo representando apenas 5% de todos os casos de dengue, pode ser causa de óbito e por conta disso precisa de acompanhamento, principalmente em crianças, jovens adultos e pacientes propensos a complicações vasculares6,14

 

Zika

O ZIKV foi isolado pela primeira vez em um macaco do gênero Rhesus, enquanto se realizava uma pesquisa acerca da febre amarela (YFV), numa floresta na Uganda em 1947, chamada Zika, o qual nomeou o vírus. Seu primeiro isolamento no gênero homo sapiens também ocorreu na Uganda em 1952, onde até então não se havia nenhuma notificação da infecção em humanos8,13.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a distribuição do ZIKV, até maio de 2016 envolvia Filipinas, diversas ilhas da Micronésia, Melanésia e Polinésia, praticamente toda a América do Sul, com exceção de Chile e Uruguai, se estendendo até o México na América do Norte e o Cabo Verde, no Oceano Atlântico16. Destacam-se na literatura três importantes epidemias de ZIKV: nas Ilhas Yap, Micronésia, em 2007, sendo notificados apenas 49 casos; na Polinésia Francesa, em 2013, onde foram confirmados laboratorialmente, mais de 400 casos8,14; e finalmente, a terceira epidemia de ZIKV ocorreu na América do Sul, em 2015, afetando principalmente o Brasil, e apresentou mais de 1,5 milhões de casos confirmados15.

Assim como o DENV, o ZIKV é um arbovírus do gênero Flavivírus, da família Flaviviridae. Por conta disso, a sintomatologia do ZIKV se assemelha bastante com o DENV, porém com caráter mais brando11,12. Apenas 20% dos casos de Zika são sintomáticos e são raras as situações na qual um paciente com ZIKV necessite atendimento hospitalar. Seu quadro clinico inicial e inespecífico envolve febre, erupções cutâneas, dores de cabeça e mialgias. Além disso, pode haver conjuntivite não-purulenta, o que pode caracterizar o ZIKV6,8. Foi oficialmente declarado, pela OMS, em 1º de fevereiro de 2016, que o ZIKV poderia causar microcefalia, Síndrome de Guillain-Barré (SGB) e outras complicações neurológicas, o que justificaria o grande número de casos de microcefalia no Brasil, durante a epidemia de 2015. Pouco tempo depois, em 13 de abril de 2016, o Centro de Controle de Doenças e Prevenção (CDC) confirmou este pressuposto, permitindo pela primeira vez, uma correlação entre uma arbovirose e uma malformação congênita grave16.

 

Chikungunya

Mesmo sendo um Alphavírus da família Togaviridae, o CHIKV apresenta sintomatologia semelhante ao DENV e ZIKV, porém com algumas características específicas relevantes. O arbovírus em questão foi isolado em meio a uma epidemia que ocorria na Tanzânia e Moçambique, no ano de 1953. A nomenclatura do CHIKV foi designada de acordo com o idioma Makonde e faz referência a um aspecto clássico da sintomatologia da febre Chikungunya: um quadro de poliartralgias intensas (Chikungunya = “aquele que se prostra” ou “aquele que se dobra”, segundo o idioma Makonde)3,6. Em 2005, no Arquipélago de Comores, costa oriental da África, um importante surto de CHIKV foi descrito, por representar um deslocamento do vírus dos interiores da África e Ásia, para a região sudoeste do Oceano Índico. Após este surto, no mesmo ano, diversos outros focos de epidemias de CHIKV puderam ser notificados, principalmente na Índia, com mais de 1,3 milhões de casos18,20. Nos anos seguintes, o CHIKV se disseminou, provavelmente por viajantes infectados, para diversas outras regiões como Itália e França. Foi documentado, em 2013, o primeiro caso de CHIKV nas Américas, mais precisamente no Caribe, e em 2014, no estado do Amapá, houve a primeira infecção autóctone no Brasil, sendo seguido por um surto na Bahia. Até 2015 o CHIKV já havia se espalhado para cerca de 44 países das Américas6,17,20.

O quadro clínico inicial do CHIVK apresenta febre (por volta de 38°), erupções cutâneas e pode haver conjuntivite branda. Entretanto, esta sintomatologia é bastante semelhante à de DENV e ZIKV, sendo, portanto, inespecífica. Uma característica clinica bem presente na infecção por CHIKV, é um quadro de poliartralgias intensas, que pode ser agudo ou crônico, debilitando o indivíduo por semanas a meses6,8. Além disso, em pacientes de maior idade, o quadro de artralgia pode ser grave, podendo trazer comprometimentos ao tratamento de suporte. Outro sinal clínico que pode caracterizar a febre por CHIKV, é uma vermelhidão nas orelhas, durante a infecção aguda, podendo ser um pequeno diferencial da infecção por DENV e ZIKV17,18,19.

 

Referências:

1- LOPES, Nayara; NOZAWA, Carlos; LINHARES, Rosa Elisa Carvalho. Características gerais e epidemiologia dos arbovírus emergentes no Brasil. Revista Pan-Amazônica de Saúde, v. 5, n. 3, p. 55-64, 2014.

2- DONALISIO, Maria Rita; FREITAS, André Ricardo Ribas; ZUBEN, Andrea Paula Bruno Von. Arboviroses emergentes no Brasil: desafios para a clínica e implicações para a saúde pública. Rev. Saúde Pública, v. 51, p. -, 2017.

3- LIMA-CAMARA, Tamara Nunes. Arboviroses emergentes e novos desafios para a saúde pública no Brasil. Rev. Saúde Pública, v. 50, p. 00-00, 2016.

4- MANIERO, Viviane C. et al. Dengue, chikungunya e zika vírus no brasil: situação epidemiológica, aspectos clínicos e medidas preventivas. Almanaque Multidisciplinar de Pesquisa, v. 1, n. 1, 2016.

5 - PAPLOSKI, Igor Adolfo Dexheimer et al. Storm drains as larval development and adult resting sites for Aedes aegypti and Aedes albopictus in Salvador, Brazil. Parasites & vectors, v. 9, n. 1, p. 419, 2016.

6 - PATTERSON, Jessica; SAMMON, Maura; GARG, Manish. Dengue, Zika and chikungunya: emerging arboviruses in the new world. Western Journal of Emergency Medicine, v. 17, n. 6, p. 671, 2016.

7 – HEILMAN, James M. et al. Dengue fever: a Wikipedia clinical review. Open medicine, v. 8, n. 4, p. e105, 2014.

8 -  JUNIOR, Vitor Laerte Pinto et al. Zika virus: a review to clinicians. Acta medica portuguesa, v. 28, n. 6, p. 760-765, 2015.

9 - MUSTAFA, M. S. et al. Discovery of fifth serotype of dengue virus (DENV-5): A new public health dilemma in dengue control. Medical Journal Armed Forces India, v. 71, n. 1, p. 67-70, 2015.

10 - KOTSAKIOZI, Panayiota et al. Tracking the return of Aedes aegypti to Brazil, the major vector of the dengue, chikungunya and Zika viruses. PLoS neglected tropical diseases, v. 11, n. 7, p. e0005653, 2017.

11 - ABUSHOUK, Abdelrahman Ibrahim; NEGIDA, Ahmed; AHMED, Hussien. An updated review of Zika virus. Journal of Clinical Virology, v. 84, p. 53-58, 2016.

12 - ENFISSI, Antoine et al. Zika virus genome from the Americas. The Lancet, v. 387, n. 10015, p. 227-228, 2016.

13 - FAYE, Oumar et al. Molecular evolution of Zika virus during its emergence in the 20th century. PLoS neglected tropical diseases, v. 8, n. 1, p. e2636, 2014.

14 - CAO-LORMEAU, Van-Mai; MUSSO, Didier. Emerging arboviruses in the Pacific. The Lancet, v. 384, n. 9954, p. 1571-1572, 2014.

15 - MINISTÉRIO DA SAÚDE (BR), SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Vírus Zika no Brasil: a resposta do SUS. 2017.

16 – McNeil DG. Zika: a epidemia emergente. 1st ed. São Paulo: Planeta; 2016. 223 p.

17 - YACTAYO, Sergio et al. Epidemiology of Chikungunya in the Americas. The Journal of infectious diseases, v. 214, n. suppl_5, p. S441-S445, 2016.

18 - MORRISON, Thomas E. Re-emergence of chikungunya virus. Journal of virology, p. JVI. 01432-14, 2014.

19 - ROUGERON, Virginie et al. Chikungunya, a paradigm of neglected tropical disease that emerged to be a new health global risk. Journal of clinical Virology, v. 64, p. 144-152, 2015.

20 - AZEVEDO, Raimunda do Socorro da Silva; OLIVEIRA, Consuelo Silva; VASCONCELOS, Pedro Fernando da Costa. Chikungunya risk for Brazil. Revista de saude publica, v. 49, p. 58, 2015.

21 – TANG, Kin Fai; OOI, Eng Eong. Diagnosis of dengue: an update. Expert review of anti-infective therapy, v. 10, n. 8, p. 895-907, 2012.

22 – SIMMONS, Cameron P. et al. Recent advances in dengue pathogenesis and clinical management. Vaccine, v. 33, n. 50, p. 7061-7068, 2015.

23 – MUSSO, Didier; GUBLER, Duane J. Zika virus. Clinical microbiology reviews, v. 29, n. 3, p. 487-524, 2016.

24 – SHAN, Chao et al. Zika virus: diagnosis, therapeutics, and vaccine. ACS infectious diseases, v. 2, n. 3, p. 170-172, 2016.

25 – PETERSEN, Lyle R. et al. Zika virus. New England Journal of Medicine, v. 374, n. 16, p. 1552-1563, 2016.

26 – OKABAYASHI, Tamaki et al. Detection of chikungunya virus antigen by a novel rapid immunochromatographic test. Journal of clinical microbiology, v. 53, n. 2, p. 382-388, 2015.

27 - PRINCE, Harry E. et al. Chikungunya virus RNA and antibody testing at a National Reference Laboratory since the emergence of chikungunya virus in the Americas. Clinical and Vaccine Immunology, v. 22, n. 3, p. 291-297, 2015.

28 - MARDEKIAN, Stacey K.; ROBERTS, Amity L. Diagnostic options and challenges for dengue and chikungunya viruses. BioMed research international, v. 2015, 2015.

 

22 Outubro
Belém
Participem da Avaliação Institucional 2018.2
Por Leonardo Neves

A Avaliação Institucional 2018.2 já está aberta e é voltada para alunos e professores. Acesse o site institucional e responda o questionário de avaliação institucional disponível no portal acadêmico. Participe e vamos construir uma UNAMA ainda melhor.

19 Outubro
Santarém
Semana de Oficinas Profissionalizantes
Por Peter Xavier

Na última quinta-feira (18), fora abordados vários temas interessantes e importantes de oficinas, entre eles, "Mandatos coletivos", Textualidade em redação forense" e "Estatuto do desarmamento"

19 Outubro
Belém
UNAMA realiza semana de prevenção aos cânceres de mama e de útero
Por Renata Glaucia

De 25 a 28 de outubro, a unidade realiza atividades em alusão ao combate e prevenção dos cânceres de mama e de útero, no campus Alcindo Cacela. A campanha “Outubro Rosa” é desenvolvida pelos cursos do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) e o Núcleo de Responsabilidade Social da Instituição. 
 
As atividades têm início no dia 25, a partir das 8h, no Hall de entrada, com uma sensibilização e abordagem sobre as doenças. A programação será realizada pela Liga Interdisciplinar de Saúde da Mulher, do curso de Enfermagem. Além disso, haverá um aulão de dança, promovido pelo curso de Educação Física e um curso de automaquiagem, organizado pela graduação em Estética e Cosmética. 
 
No dia 26, haverá cursos de capacitação e palestras sobre os aspectos epidemiológicos dos cânceres de mama e de útero, impactos da autoimagem, exibição de documentários e cuidados paliativos. A programação acontece no auditório David Mufarrej, das 8h às 17h.
 
Já no dia 27, as atividades de prevenção seguem na Praça da Batista Campos, das 8h às 12h. O público poderá participar de oficinas de estilização de blusas e lenços de cabeça, orientação de exercícios que atendam pessoas com câncer, orientação alimentar, dicas de autoexame e maquiagem local pós-trauma.
 
Para a coordenadora adjunta do curso de Enfermagem da UNAMA, Halessa Pimentel, as mulheres têm se cuidado mais, porém ainda são altos os riscos de desenvolver a doença.  “No Brasil, estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada ano do biênio 2018-2019, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres. Nesse sentido, se faz mais que necessário informar à população feminina sobre relevância do autoexame, diagnóstico precoce das lesões, formas de tratamento e prevenção desse agravo”, disse a professora.
 
De acordo com a coordenadora do curso de enfermagem da UNAMA, Renata Lopes, hoje, as mulheres apresentam melhores expectativas de vida e chances de cura relacionadas ao diagnóstico e tratamento precoce. “Sabemos que está doença ainda é um grande desafio para a saúde pública brasileira e paraense, porém já conseguimos ver algumas melhoras, alguns progressos e essas ações tendem contribuir com os alertas”, ressaltou a gestora.
 
A UNAMA é parceira da causa e tem atividades ao longo do ano sobre o tema. “Para o nosso curso, este é um importante momento mundial, em que podemos planejar também nossas ações de responsabilidade. Por isso, anualmente estamos em conjunto com o Núcleo de responsabilidade social da Instituição de Ensino Superior e com outros cursos pensando em uma programação completa para nossos alunos, professores, colaboradores e para a comunidade”, ressaltou a gestora.
 
Todas as atividades são gratuitas e abertas à comunidade. No dia 26, dia da capacitação, os participantes devem levar um brinquedo, que serão doados para instituições parceiras. Outras informações: enfermagem.alcindo@unama.br.
 

 

16 Outubro
Ananindeua
Alunos realizam ação no Círio de Nazaré
Por Van Glauco

O círio número 227, que foi realizado em 14/10/2018, como de costumes para o povo paraense, vem carregado de sentimentos humanos positivos como carinho, afeto, dedicação em resumo o amor ao próximo está aflorado no seu mais elevado  nível, a cidade de Belém do Pará fica lotada de turistas vindos de todas as partes do Brasil e do mundo onde ao chegar na capital desde do aeroporto são bombardeado de boas vindas e apresentados ao nosso folclórico carimbó música cultural paraense que não deixa ninguém parado. Paraense, estrangeiros são contagiados com o sentimento de receptividade/carinho dos belenenses que se sentem  possuídos com espírito que emana da santa padroeira dos paraenses. Nossa Sra. de Nazaré.

Com esse olhar de afeto ao ser humano, foi que a Unama (Ananindeua), se envolveu e desenvolveu um mutirão de solidariedade onde alunos e professores  passaram a cuidar voluntariamente dos romeiros que vinham em caminhada ao longo da BR 316 e tinham na Unama um ponto de apoio onde paravam receber curativos, tomar  água descansar, receber calor humano (palavras de incentivo e fé) e seguir a caminhada rumo a basílica de Nazaré para concluir sua promessa.

 A Unama como instituição de ensino  que produz o saber, onde o conhecimento produzido principalmente dos alunos dos cursos  tecnologia tem como finalidade melhorar a vida social, e o que é a sociedade se não o conjunto de cada ser  individual ou seja o saber produzido pela universidade da amazônia e o bem comum isto é cuidar do outro criando facilidades tecnológicas para o dia a dia dia de cada ser humano, uma rede de conhecimento voltado para o desenvolvimento da  sociedade em si.

Confira as fotos!

11 Outubro
Belém
3º Congresso Nacional de Engenharia está com inscrições abertas
Por Leonardo Neves

O evento será entre os dias 25 e 27 de outubro

06 Outubro
Santarém
Curso de Direito promove a IV Gincana Jurídica
Por Peter Xavier

O vento promoveu a troca de conhecimentos jurídicos e de responsabilidade social

28 Setembro
Ananindeua
UNAMA Ananindeua oferece oficina de anatomia aplicada as profissões
Por Danielle Carneiro

. Esse sábado (29), irá acontecer a Feira de Anatomia aplicada as profissões em todo o campus Unama Ananindeua, onde todos podem participar.

Será um evento aberto, sem inscrição, feito para a comunidade conhecer a Anatomia aplicando o conhecimento aplicado a prática profissional.

Acontecerá no Atrio da UNAMA ANANINDEUA a partir das 9 horas da manhã.

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