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21 Abril
Belém
Alunos realizam atividade expositiva sobre Medicamentos de Prescrição Farmacêutica - MIPs
Por Marcella Kelly

Os alunos do sétimo semestre do curso de Farmácia organizaram uma atividade nos turno da manhã e noite. Cada turma compôs grupos que foram divididos por temas que versavam sobre as diferentes classes de Medicamento Insentos de Prescrição Médica (MIPs). A proposta foi elaborar banners expositivos sobre as diferentes classes e apresentá-los no hall de acesso da UNAMA. A exposição foi feita para acadêmicos, convidados, visitantes externos e professores. 

O projeto foi coordenado pelo professor Kemper dos Santos e fez parte do processo avaliativo da disciplina Tópicos Integradores II, que tem como temática a Farmácia Clínica e a Prescrição Farmacêutica. O evento contou com mais de 50 visitantes, totalizando mais de 150 ouvintes nas três turmas que realizaram a exposição.

Por fim, foi apresentado um resultado satisfatório entre os participantes que elogiaram e se gratificaram com o conteúdo proposto, ministrado e debatido durante os dois dias de atividade.

20 Abril
Ananindeua
SAIBA A DIFERENÇA ENTRE MEDICAMENTOS DE REFERÊNCIA, SIMILARES E GENÉRICOS E SUA INTERCAMBIALIDADE.
Por Adreanne Oliveira

Caríssimos fiquem ligados a mais essa informação.

 Orientação importante sobre intercambialidade de medicamentos: quais as diferenças?

 

  • Medicamentos de referência: medicamento inovador registrado no órgãos Federal responsável pela Vigilância sanitária e comercializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro. A eficácia e a segurançça do medicamento são comprovadas por estudos clínicos.
  • Medicamento genérico é aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência, apresentando eficácia e segurança equivalentes à do medicamento de referência podendo, com este, ser intercambiável.
  • A intercambialidade, ou seja, a segura substituição do medicamento de referência pelo seu genérico é assegurada por testes de equivalência terapêutica, que incluem comparação in vitro, através dos estudos de equivalência farmacêutica, e in vivo, com os estudos de bioequivalência apresentados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
  • Medicamentos similares, que são sempre identificados por nome comercial ou marca, não apresentam estudos de equivalência farmacêutica e bioequivalência, portanto, não são equivalentes e não podem ser intercambiáveis com o referência ou com o genérico, e seu efeito pode, inclusive, diferir do efeito desses.
  • Desta forma, são intercambiáveis entre si os medicamentos de referência e genérico; e referência e similares equivalentes, ou intercambiáveis.
  • Para exemplificar: caso seja prescrito um medicamento de referência poderá ser dispensado o próprio referência, ou o genérico, ou o similar intercambiável. Caso o medicamento seja prescrito pelo nome genérico, poderá ser dispensado o genérico ou o referência. Caso seja prescrito um similar intercambiável, poderá ser dispensado o próprio similar intercambiável ou referência. Entretanto, se for prescrito um medicamento similar, que não seja similar equivalente, somente o medicamento similar prescrito pode ser dispensado.
  • É considerado intercambiável o medicamento similar cujos estudos de equivalência farmacêutica, biodisponibilidade relativa/bioequivalência ou bioisenção tenham sido apresentados, analisados e aprovados pela ANVISA. Estes medicamentos deverão conter na bula e na caixa os dizeres: MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.
  • É importante lembrar que medicamentos similares não são intercambiáveis com outros similares e tampouco por genéricos. Quando o medicamento é prescrito pelo nome genérico (DCB), somente poderá ser dispensado o próprio genérico ou o medicamento de referência, mas não o similar.
  • Para garantir a rastreabilidade do processo de intercambialidade, sugerimos que o farmacêutico possua registros do procedimento. A ferramenta a ser utilizada fica a critério do profissional. Ressalta-se que o farmacêutico deve respeitar a decisão expressa de não intercambialidade do profissional prescritor.

Fontes: Lei n.º 9.787/99, RDC n.º 58/14, RDC 16/07, RDC 51/07, ANVISA/ASCOM.

20 Abril
Ananindeua
Anvisa aprova novo medicamento para o tratamento de Hepatite C
Por Adreanne Oliveira

De acordo com informaçãoes publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 16/04/2018, o novo produto aprovado para registro o Maviret (glecaprevir/pibrentasvir), será comercializado com concentrações de 40mg e 100mg na forma de comprimido revestido, e sua  indicação  para o tratamento da Hepatite C (genótipos 1, 2, 3, 4, 5 e 6) em pacientes com e sem cirrose. O medicamento Maviret será fabricado pela empresa Fournier Laboratories Ireland Ltd., localizada na Irlanda, e a detentora do registro do medicamento no Brasil é a empresa Abbvie Farmacêutica Ltda.

A infecção viral por Hepatite C, conhecida por provocar inflamação do fígado, é um problema global de saúde, com uma estimativa de 170 milhões de indivíduos cronicamente infectados. Não existe vacina contra a doença, por isso, o caminho é a prevenção.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a Hepatite C é causada pelo vírus C (HCV) no sangue. Entre as causas de transmissão estão a transfusão de sangue e o compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), para higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings.

Embora sejam formas mais raras, a transmissão da doença também pode ocorrer da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, e por sexo sem camisinha com uma pessoa infectada.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, quando a infecção pelo HCV persiste por mais de seis meses, o que é comum em até 80% dos casos, caracteriza-se a evolução para a forma crônica. Cerca de 20% dos infectados cronicamente pelo HCV podem evoluir para cirrose hepática e cerca de 1% a 5% para câncer de fígado.

Fonte: Anvisa, 2018.

Confira a matéria completa.

20 Abril
Ananindeua
Saiba como usar corretamente os medicamentos
Por Adreanne Oliveira

 O Curso de Farmácia da unidade Ananindeua sempre estará postando dicas importantes que abrangem a area farmacêutica.

 Fiquem ligados!

20 Abril
Belém
Alunos desenvolvem pesquisa sobre descarte domiciliar de medicamentos em Belém
Por Marcella Kelly

Os acadêmicos do curso de Farmácia do campus Alcindo Cacela que compõem o Grupo de Iniciação Científica, estão desenvolvendo uma pesquisa online sobre Descarte Domiciliar de Medicamentos. O projeto tem como objetivo analisar como o descarte domiciliar de medicamentos é realizado pela população na região metropolitana de Belém/PA.

O link do formulário eletrônico está sendo compartilhado nas redes sociais para o devido preenchimento, que é simples e rápido. Se você é morador de Belém e região metropolitana basta clicar no link para participar da pesquisa. Não precisa de nenhum cadastro, apenas responder as pergunta postadas no formulário eletrônico.

O link funciona em celulares, tablet ou computador e são só alguns segundos para participar.

Já respondeu??!! Agora compartilha para que seus amigos também possam participar. O Grupo de Iniciação Científica agradece.

 

SAIBA MAIS SOBRE OS IMPACTOS DO DESCARTE INCORRETO.

O descarte de medicamentos, apesar de ser um tema extremamente importante, ainda é, infelizmente, desconhecido pela maioria da sociedade, que não imagina a gravidade que esses resíduos químicos podem trazer ao meio ambiente. Por conter substâncias que comprometem o ecossistema, os fármacos devem ser incinerados e não jogados no lixo comum, rios ou esgotos, para que não comprometa o solo e os lençóis freáticos. Essa responsabilidade, segundo a RDC nº 306/2004 da ANVISA, cabe aos estabelecimentos de saúde que manejam tais produtos. Recentemente, a lei municipal Nº 9.268 sancionada em 13 de Janeiro de 2017, impõe que estabelecimentos de saúde disponibilizem recipientes adequados para o descarte de medicamentos vencidos ou em desuso. No Artigo 5º, da referida lei, fica proibido que o destino de tais medicamentos, especificamente domiciliares, seja descartado em locais como: corpos d’água; céu aberto; terrenos baldios; poços; esgoto, dentre outros. Entretanto essa lei é desconhecida por grande parte da população, devido à falta de divulgação por parte do Ministério Público e estabelecimentos de saúde.

Graças à facilidade de acesso aos medicamentos por parte da população, e à cultura da automedicação, o lixo farmacêutico tornou-se um problema gravíssimo, capaz de afetar excessiva e negativamente o ecossistema e, muitas pessoas, acreditam não ser responsáveis pela realização da prática correta de descarte.

O despejo inadequado de medicamentos em resíduos domiciliares pode gerar diversos distúrbios no ecossistema, principalmente se tais resíduos forem descartados em locais onde o destino final sejam os lixões a céu aberto, pois dessa maneira os impactos atingem diretamente pessoas que trabalham ou residem próximo ao local do despejo como, por exemplo, os catadores que retiram seu sustento dos produtos presentes nos lixões. Em Belém é muito comum que o lixo domiciliar seja depositado em sacolas plásticas, que muitas vezes ficam expostas nas ruas da cidade até a coleta, formando monturos capazes de atrair insetos e roedores, expondo assim diversos malefícios para a saúde de qualquer pessoa que entre e contato com tais resíduos.

Medicamentos que estiverem presentes em corpos d’água são capazes de causar danos não apenas às espécies marinhas, mas também a diversas espécies que interagem com a mesma. Outros animais como mamíferos, répteis e aves também estão relacionados com problemas vinculados ao descarte de medicamentos em corpos d’água, que incluem a diminuição da eclosão de ovos, problemas em sistemas reprodutivos e alterações imunológicas (Billa & Dezotti, 2017; Aquino, Brandt & Chernicharo, 2013).

Além de perturbações hormonais, há também uma preocupação elevada com relação à resistência bacteriana relacionada ao descarte de antibióticos em águas residuais, aumentando a possibilidade de que bactérias presentes em ecossistemas aquáticos possam adquirir maior resistência e, até mesmo, abrigar patógenos que confiram riscos à saúde (Da Silva, 2015; Medeiros, Moreira & Lopes, 2014). De acordo com estudos realizados, encontram-se em ambientes aquáticos os seguintes fármacos: anti-inflamatórios não esteroidais (AINES) (16%), antibióticos (15%), reguladores lipídicos (12%) e hormônios  sintéticos (9%) (Aquino, Brandt & Chernicharo, 2013).

Portanto, fica absolutamente claro que os problemas socioambientais, oriundos do descarte inadequado de fármacos no ecossistema, só poderão ser resolvidos mediante ações diversas, capazes de mobilizar a sociedade em geral sobre a urgente importância de realizar o descarte consciente de medicamentos, pois, dessa maneira, estaremos protegendo não apenas nossa saúde, como também a saúde de todo o meio ambiente.

 

20 Abril
Belém
1ª Liga Acadêmica do Curso de Farmácia
Por Marcella Kelly

 Por Ingrid Furtado (Diretora de Pesquisa, Extensão e Comunicação da LAAF)

Nesta segunda-feira (16), foi realizada a cerimônia de posse dos primeiros membros colaboradores da Liga Acadêmica de Assistência Farmacêutica (LAAF) que estarão envolvidos no suporte das atividades e projetos da liga. O processo de seleção iniciado ainda em Março, foi realizado em duas etapas, a seleção dos discentes através da aplicação de prova escrita e posterior análise de rendimento acadêmico.

Durante a cerimônia de posse, estiveram presentes os estudantes do curso de Bacharelado em Farmácia da Universidade da Amazônia, Brianna dos Santos, Neusilene da Costa, Jéssica da Costa, Luane Duarte, Ray Vinicius e Lohana Pereira. A cerimônia foi marcada pela presença da coordenadora do curso de farmácia da UNAMA, Drª. Marcella Almeida além das Professoras Orientadoras da Liga Msc Priscila Pinheiro, Msc Diandra Luz, Msc Erica de Tássia e Drª Daniela Paternostro. Para este primeiro mandato, a liga conta com a coordenação das discentes Rafaela Marques (Diretora Presidente), Luane Oliveira (Vice-diretora), Marcela Brito (Diretora Financeiro e Administrativo) e Ingrid Furtado (Diretora de Pesquisa, Extensão e Comunicação).  

As Ligas Acadêmicas são organizações estudantis, criadas e gerenciadas por acadêmicos, sendo entidades importantes para a condução ​​das atividades, dentro das determinações de seus projetos e coordenada por professores orientadores e coorientadores. A LAAF nasceu com o objetivo e o compromisso de ampliar pesquisas cientificas, aprimorar conhecimentos científicos, bem como desenvolver projetos que visam a capacitação de acadêmicos do curso de Farmácia. A liga tem por finalidade proporcionar aos seus membros a oportunidade de amplia seus conhecimentos teóricos sobre a Assistência Farmacêutica.

 

19 Abril
Ananindeua
Alunos de Farmácia podem participar de Oficinas Profissionalizantes
Por Adreanne Oliveira

 As Oficinas Profissionalizantes são atividades realizadas por todos os cursos da UNAMA e demais unidades do Grupo SER Educacional e tem o objetivo de oportunizar aos alunos uma abordagem prática dos temas voltados para a sua área de formação e vivências , aproximando os acadêmicos do mercado de trabalho  Farmacêutico e das possibilidades de atuação profissional. As oficinas contam com a participação de docentes do curso e de profissionais convidados renomados dentro das mais variadas áreas de atuação Farmacêutica. 

Neste semestre de 2018.1, as Oficinas Profissionalizantes da unidade UNAMA Ananindeua ocorrerão no período dos dias 23 a 27 de abril de 2018, nas respectivas salas de aula e laboratórios e nos horários normais de aula. 

Serão abordados temas de acordo com o semestre de cada Acadêmico que vai desde o 1° ao 4° semestre de Farmácia.

 

19 Abril
Ananindeua
Estudo mostra impacto de intervenção farmacêutica na redução da pressão arterial
Por Adreanne Oliveira

A hipertensão não controlada é um grande problema em saúde pública, especialmente entre homens negros não-hispânicos. Preocupados com esse contexto, pesquisadores da Division of Community RelationsDevelopment, do Smidt Heart Institute at Cedars - Sinai Medical Center (EUA), realizaram um estudo que envolveu 319 homens negros, hipertensos, com pressão arterial sistólica de 140 mmHg ou mais, frequentadores de 52 barbearias cujos proprietários eram negros, cenário nada tradicional para cuidados de saúde. O estudo teve duração de seis meses.

O trabalho baseou-se no acompanhamento dos pacientes por meio de intervenções farmacêuticas e na avaliação de seu impacto sobre a pressão arterial desses homens hipertensos. As intervenções consistiam em reuniões, encorajadas pelos próprios barbeiros e conduzidas por farmacêuticos treinados em cardiologia, os quais podiam prescrever medicamentos de forma colaborativa com os médicos que atendiam os pacientes. Além disso, os participantes foram incentivados a mudar o estilo de vida.

Confira a matéra completa. 

19 Abril
Ananindeua
SUS adota novo medicamento para tratar a tuberculose
Por Adreanne Oliveira

Pacientes com tuberculose terão acesso a um novo tratamento com menor quantidade de comprimidos, passando de três para uma ingestão diária. Isso será possível com a nova apresentação do medicamento Isoniazida de 300 mg, que além de permitir redução dos comprimidos, favorece a adesão ao tratamento. O medicamento estará disponível a partir de maio na rede pública. Para a implantação da Isoniazida 300mg, o Ministério da Saúde vai financiar uma pesquisa, desenvolvida pela Universidade Federal do Espírito Santo e com apoio de pesquisadores externos nos estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e no Distrito Federal.

O Ministério da Saúde vai começar a distribuição pelos estados participantes da pesquisa: Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e no Distrito Federal. Para isso, a pasta adquiriu 5 mil caixas, que correspondem a 2,5 milhões de comprimidos. O objetivo é conhecer o processo de utilização do medicamento, bem como a sua oferta em tempo oportuno pelos serviços de saúde.

Para o secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Cavalcante, esse é mais um avanço no tratamento. "Nosso objetivo é garantir o que há de mais inovador para o tratamento da doença. Estamos investindo na cura, mas precisamos garantir que o paciente inicie e conclua o tratamento. Com a nova apresentação, vamos facilitar a vida do paciente que precisará tomar apenas um comprimido por dia. Com isso, estamos dando mais um passo para incentivar e melhorar cada vez mais a adesão dos pacientes ao tratamento”, destacou.

Confira a matéria completa.

10 Abril
Belém
Alunos de Farmácia podem concorrer a vaga na área
Por Marcella Kelly

Oportunidade de Vagas de emprego para os acadêmicos de Farmácia.

 Atendente de balcão 

Necessário estar cursando o ensino superior em FARMÁCIA e NÃO É NECESSÁRIO EXPERIÊNCIA. 

Corre que os curriculos devem ser entregues até o dia 11/04/2018, pelo email curriculos.unama@gmail.com 

Mais informações no arquivo anexo ou no Núcelo de Empregabilidade e Carreiras (Bloco C térreo) .  

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