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15 Maio
Ananindeua
II Simpósio de Farmácia
Por Adreanne Oliveira

 Prezados alunos é com muita satisfação que o *Curso de Farmácia da UNAMA Ananindeua realizará nesta  quinta-feira (17/05/18) o:

 II Simpósio de Farmácia: Panorama Farmacêutico: da pesquisa básica a realidade profissional.

Serão abordados temas relacionados a:

  • Modelos Farmacológicos em Animais  para o estudo de Ansiedade 
  • Farmácia Magistral e suas perspectivas. 
  • O papel do Farmacêutico na segurança do paciente na UTI. 

Vagas limitadas: 350. 

Inscrições gratuitas pelo site.

Local: Auditório 1 - UNAMA BR

Horário: 16:00- 19:00 horas 

Carga horária: 04 horas de atividades complementares e certificado via site de extensão. 

Público Alvo: Acadêmicos e Profissionais de Farmácia, Enfermagem e saúde em geral.

Fiquem ligados! Será Imperdível!


 

07 Maio
Ananindeua
Unidade promove ação no Colégio Intelectual
Por Adreanne Oliveira

No último dia 05 de maio, alunos de Farmácia da unidade Ananindeua, participaram da UNAMA na Escola, no Colégio Intelectual.  Os alunos puderam falar sobre algumas características do curso e puderam abordar sobre o uso racional e correto do medicamento, já que neste dia estava sendo comemorado o dia nacional do uso racional de medicamentos.
 
Os acadêmicos de Farmácia intergiram com os alunos e puderam mostrar um pouco do que um futuro farmacêutico pode exercer dentre as mais de 100 áreas que a farmácia proporciona.

 

 

07 Maio
Ananindeua
Unidade recebe Talk Show Farmacêutico
Por Adreanne Oliveira

No ultimo dia 3 de maio, foi realizado o II Talk Show Farmacêutico do curso de Farmácia da unidade Ananindeua. O evento teve como tema central "A Farmacologia no cotidiano dos profissionais da área da saúde e no sucesso da terapêutica dos pacientes".

Os palestrantes convidados abordaram temas  relacionados com as seguintes doenças: Diabetes Mellitus, Asma e ESquizofrenia e suas principais alternativas terapêuticas. Os alunos puderam interagir com os convidados através de perguntas pertinentes relacionadas aos temas em questão, deixando o evento mais atartivo e dinâmico, além de despertar oa curiosidade o interesse de tirar dúvidas importantes e relevantes que ocorrem no dia a dia da população. Diante disso, o evento se tornou um sucesso de público e ainda pôde contar com a presença da TV Unama para abrilhantar ainda mais.

 

03 Maio
Ananindeua
Prefira o uso racional de medicamentos
Por Adreanne Oliveira

A coordenação do Curso de Farmácia- unidade Ananindeua, reforça a importância do uso consciente e racional de medicamentos. Procure sempre a orientação do Farmacêutico no estabelecimento comercial e evite a automedicação.

Segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz através do Sistema Nacional de Informações Tóxico Farmacológicas, cerca de 138 mil pacientes sofreram intoxicações por medicamentos, entre os anos de 2008 e 2012, causando 365 mortes (Fiocruz).

Diante desses dados precisamos ficar atentos ao uso indiscriminado de medicamentos.

 

02 Maio
Belém
Curso de SNGPC tem inscrições abertas
Por Marcella Kelly

Nos dias 5 e 6 de maio a COOFARMI estará promovendo o curso teórico SNGPC: do cadastro a movimentação.

Esta é uma execelente oportunidade para os alunos do curso de Farmácia já começarem a interagir com Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Contorlados (SNGPC). O investimento para estudantes é de R$80 e para profissionais de R$100. O curso será ministrado de 8h às 18h, no sábado; e de 8h às 12h, no domingo. São apenas 50 vagas, então corre e garanta a sua!

Para inscrições e mais informações ligue (91) 3347-2017 / (91) 98068-3128. 

21 Abril
Belém
Alunos realizam atividade expositiva sobre Medicamentos de Prescrição Farmacêutica - MIPs
Por Marcella Kelly

Os alunos do sétimo semestre do curso de Farmácia organizaram uma atividade nos turno da manhã e noite. Cada turma compôs grupos que foram divididos por temas que versavam sobre as diferentes classes de Medicamento Insentos de Prescrição Médica (MIPs). A proposta foi elaborar banners expositivos sobre as diferentes classes e apresentá-los no hall de acesso da UNAMA. A exposição foi feita para acadêmicos, convidados, visitantes externos e professores. 

O projeto foi coordenado pelo professor Kemper dos Santos e fez parte do processo avaliativo da disciplina Tópicos Integradores II, que tem como temática a Farmácia Clínica e a Prescrição Farmacêutica. O evento contou com mais de 50 visitantes, totalizando mais de 150 ouvintes nas três turmas que realizaram a exposição.

Por fim, foi apresentado um resultado satisfatório entre os participantes que elogiaram e se gratificaram com o conteúdo proposto, ministrado e debatido durante os dois dias de atividade.

20 Abril
Ananindeua
SAIBA A DIFERENÇA ENTRE MEDICAMENTOS DE REFERÊNCIA, SIMILARES E GENÉRICOS E SUA INTERCAMBIALIDADE.
Por Adreanne Oliveira

Caríssimos fiquem ligados a mais essa informação.

 Orientação importante sobre intercambialidade de medicamentos: quais as diferenças?

 

  • Medicamentos de referência: medicamento inovador registrado no órgãos Federal responsável pela Vigilância sanitária e comercializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro. A eficácia e a segurançça do medicamento são comprovadas por estudos clínicos.
  • Medicamento genérico é aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência, apresentando eficácia e segurança equivalentes à do medicamento de referência podendo, com este, ser intercambiável.
  • A intercambialidade, ou seja, a segura substituição do medicamento de referência pelo seu genérico é assegurada por testes de equivalência terapêutica, que incluem comparação in vitro, através dos estudos de equivalência farmacêutica, e in vivo, com os estudos de bioequivalência apresentados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
  • Medicamentos similares, que são sempre identificados por nome comercial ou marca, não apresentam estudos de equivalência farmacêutica e bioequivalência, portanto, não são equivalentes e não podem ser intercambiáveis com o referência ou com o genérico, e seu efeito pode, inclusive, diferir do efeito desses.
  • Desta forma, são intercambiáveis entre si os medicamentos de referência e genérico; e referência e similares equivalentes, ou intercambiáveis.
  • Para exemplificar: caso seja prescrito um medicamento de referência poderá ser dispensado o próprio referência, ou o genérico, ou o similar intercambiável. Caso o medicamento seja prescrito pelo nome genérico, poderá ser dispensado o genérico ou o referência. Caso seja prescrito um similar intercambiável, poderá ser dispensado o próprio similar intercambiável ou referência. Entretanto, se for prescrito um medicamento similar, que não seja similar equivalente, somente o medicamento similar prescrito pode ser dispensado.
  • É considerado intercambiável o medicamento similar cujos estudos de equivalência farmacêutica, biodisponibilidade relativa/bioequivalência ou bioisenção tenham sido apresentados, analisados e aprovados pela ANVISA. Estes medicamentos deverão conter na bula e na caixa os dizeres: MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.
  • É importante lembrar que medicamentos similares não são intercambiáveis com outros similares e tampouco por genéricos. Quando o medicamento é prescrito pelo nome genérico (DCB), somente poderá ser dispensado o próprio genérico ou o medicamento de referência, mas não o similar.
  • Para garantir a rastreabilidade do processo de intercambialidade, sugerimos que o farmacêutico possua registros do procedimento. A ferramenta a ser utilizada fica a critério do profissional. Ressalta-se que o farmacêutico deve respeitar a decisão expressa de não intercambialidade do profissional prescritor.

Fontes: Lei n.º 9.787/99, RDC n.º 58/14, RDC 16/07, RDC 51/07, ANVISA/ASCOM.

20 Abril
Ananindeua
Anvisa aprova novo medicamento para o tratamento de Hepatite C
Por Adreanne Oliveira

De acordo com informaçãoes publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 16/04/2018, o novo produto aprovado para registro o Maviret (glecaprevir/pibrentasvir), será comercializado com concentrações de 40mg e 100mg na forma de comprimido revestido, e sua  indicação  para o tratamento da Hepatite C (genótipos 1, 2, 3, 4, 5 e 6) em pacientes com e sem cirrose. O medicamento Maviret será fabricado pela empresa Fournier Laboratories Ireland Ltd., localizada na Irlanda, e a detentora do registro do medicamento no Brasil é a empresa Abbvie Farmacêutica Ltda.

A infecção viral por Hepatite C, conhecida por provocar inflamação do fígado, é um problema global de saúde, com uma estimativa de 170 milhões de indivíduos cronicamente infectados. Não existe vacina contra a doença, por isso, o caminho é a prevenção.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a Hepatite C é causada pelo vírus C (HCV) no sangue. Entre as causas de transmissão estão a transfusão de sangue e o compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), para higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings.

Embora sejam formas mais raras, a transmissão da doença também pode ocorrer da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, e por sexo sem camisinha com uma pessoa infectada.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, quando a infecção pelo HCV persiste por mais de seis meses, o que é comum em até 80% dos casos, caracteriza-se a evolução para a forma crônica. Cerca de 20% dos infectados cronicamente pelo HCV podem evoluir para cirrose hepática e cerca de 1% a 5% para câncer de fígado.

Fonte: Anvisa, 2018.

Confira a matéria completa.

20 Abril
Ananindeua
Saiba como usar corretamente os medicamentos
Por Adreanne Oliveira

 O Curso de Farmácia da unidade Ananindeua sempre estará postando dicas importantes que abrangem a area farmacêutica.

 Fiquem ligados!

20 Abril
Belém
Alunos desenvolvem pesquisa sobre descarte domiciliar de medicamentos em Belém
Por Marcella Kelly

Os acadêmicos do curso de Farmácia do campus Alcindo Cacela que compõem o Grupo de Iniciação Científica, estão desenvolvendo uma pesquisa online sobre Descarte Domiciliar de Medicamentos. O projeto tem como objetivo analisar como o descarte domiciliar de medicamentos é realizado pela população na região metropolitana de Belém/PA.

O link do formulário eletrônico está sendo compartilhado nas redes sociais para o devido preenchimento, que é simples e rápido. Se você é morador de Belém e região metropolitana basta clicar no link para participar da pesquisa. Não precisa de nenhum cadastro, apenas responder as pergunta postadas no formulário eletrônico.

O link funciona em celulares, tablet ou computador e são só alguns segundos para participar.

Já respondeu??!! Agora compartilha para que seus amigos também possam participar. O Grupo de Iniciação Científica agradece.

 

SAIBA MAIS SOBRE OS IMPACTOS DO DESCARTE INCORRETO.

O descarte de medicamentos, apesar de ser um tema extremamente importante, ainda é, infelizmente, desconhecido pela maioria da sociedade, que não imagina a gravidade que esses resíduos químicos podem trazer ao meio ambiente. Por conter substâncias que comprometem o ecossistema, os fármacos devem ser incinerados e não jogados no lixo comum, rios ou esgotos, para que não comprometa o solo e os lençóis freáticos. Essa responsabilidade, segundo a RDC nº 306/2004 da ANVISA, cabe aos estabelecimentos de saúde que manejam tais produtos. Recentemente, a lei municipal Nº 9.268 sancionada em 13 de Janeiro de 2017, impõe que estabelecimentos de saúde disponibilizem recipientes adequados para o descarte de medicamentos vencidos ou em desuso. No Artigo 5º, da referida lei, fica proibido que o destino de tais medicamentos, especificamente domiciliares, seja descartado em locais como: corpos d’água; céu aberto; terrenos baldios; poços; esgoto, dentre outros. Entretanto essa lei é desconhecida por grande parte da população, devido à falta de divulgação por parte do Ministério Público e estabelecimentos de saúde.

Graças à facilidade de acesso aos medicamentos por parte da população, e à cultura da automedicação, o lixo farmacêutico tornou-se um problema gravíssimo, capaz de afetar excessiva e negativamente o ecossistema e, muitas pessoas, acreditam não ser responsáveis pela realização da prática correta de descarte.

O despejo inadequado de medicamentos em resíduos domiciliares pode gerar diversos distúrbios no ecossistema, principalmente se tais resíduos forem descartados em locais onde o destino final sejam os lixões a céu aberto, pois dessa maneira os impactos atingem diretamente pessoas que trabalham ou residem próximo ao local do despejo como, por exemplo, os catadores que retiram seu sustento dos produtos presentes nos lixões. Em Belém é muito comum que o lixo domiciliar seja depositado em sacolas plásticas, que muitas vezes ficam expostas nas ruas da cidade até a coleta, formando monturos capazes de atrair insetos e roedores, expondo assim diversos malefícios para a saúde de qualquer pessoa que entre e contato com tais resíduos.

Medicamentos que estiverem presentes em corpos d’água são capazes de causar danos não apenas às espécies marinhas, mas também a diversas espécies que interagem com a mesma. Outros animais como mamíferos, répteis e aves também estão relacionados com problemas vinculados ao descarte de medicamentos em corpos d’água, que incluem a diminuição da eclosão de ovos, problemas em sistemas reprodutivos e alterações imunológicas (Billa & Dezotti, 2017; Aquino, Brandt & Chernicharo, 2013).

Além de perturbações hormonais, há também uma preocupação elevada com relação à resistência bacteriana relacionada ao descarte de antibióticos em águas residuais, aumentando a possibilidade de que bactérias presentes em ecossistemas aquáticos possam adquirir maior resistência e, até mesmo, abrigar patógenos que confiram riscos à saúde (Da Silva, 2015; Medeiros, Moreira & Lopes, 2014). De acordo com estudos realizados, encontram-se em ambientes aquáticos os seguintes fármacos: anti-inflamatórios não esteroidais (AINES) (16%), antibióticos (15%), reguladores lipídicos (12%) e hormônios  sintéticos (9%) (Aquino, Brandt & Chernicharo, 2013).

Portanto, fica absolutamente claro que os problemas socioambientais, oriundos do descarte inadequado de fármacos no ecossistema, só poderão ser resolvidos mediante ações diversas, capazes de mobilizar a sociedade em geral sobre a urgente importância de realizar o descarte consciente de medicamentos, pois, dessa maneira, estaremos protegendo não apenas nossa saúde, como também a saúde de todo o meio ambiente.

 

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