UNAMA | Ser Educacional Unama
18 Julho
Ananindeua
Ganhe desconto indicando um amigo
Por Adreanne Oliveira

Quer conquistar até 100% de desconto em sua mensalidade no semestre de 2018.2?
 
Então é só seguir o regulamento que se encontra em anexo e leia com muita atenção. Quanto mais amigos matriculados, mais descontos você ganha.
 
Aproveite essa excelente oportunidade!

Anexo: 
18 Julho
Ananindeua
Confira o calendário acadêmico da unidade Ananindeua
Por Thayna Moraes

Confira, no campo anexo abaixo, o Calendário Acadêmico da unidade Ananindeua.

18 Julho
Ananindeua
Confira o início das aulas para a unidade Ananindeua
Por Thayna Moraes

Iniciaremos as aulas de 2018.2, nos dias:
 
7/08 - Para alunos dos terceiros períodos em diante;
14/08 - Para alunos dos  primeiros e segundos períodos.
 
Fique atento!

15 Julho
Ananindeua
Calendário Acadêmico 2018.2
Por Adreanne Oliveira

Prezados alunos, segue CALENDÁRIO ACADÊMICO 2018.2.

Fiquem ligados nas Avaliações:

1° AV: 04 - 11/10/18

2° AV: 22 - 29/11/18

2° CH: 04 - 11/012/18

PROVA FINAL: 13 - 20/12/18.

Desejo a todos um execelente Semestre de 2018.2.

Coordenação do Curso de Farmácia.

09 Julho
Belém
Alunos de Odontologia promovem ação educativa em creche
Por Theodorico Neto

Alunos do terceiro período do curso de Odontologia da UNAMA promoveram ação educativa na Creche Catalina III, no dia 26 de junho. Na oportunidade, aproximadamente 80 crianças assitiram a palestra sobre educação em higiene oral promovida pelos alunos e, após o lanche, realizaram escovação supervisionada pelos mesmos. Todos os alunos receberam kits de higiene oral doados pela turma.

A ação tende a repetir-se no segundo semestre, porém com outro objetivo: o de identificar lesões bucais (como cáries e abscessos) e realizar encaminhamento para as unidades de saúde especializadas, como parte das ações a serem desenvolvidas pela Disciplina Estágio em Saúde Pública II. Além do objetivo de assistência à saúde, os alunos comprometeram-se a auxiliar a comunidade escolar com a doação de kits de higiene oral e corporal durante a próxima ação.

 

11 Junho
Belém
Alinhadores ortodônticos invisíveis inauguram uma nova era
Por Theodorico Neto

 

A prática clínica contemporânea da ortodontia apresenta novas demandas, por parte dos clientes, relacionadas ao tempo de tratamento, redução do número de consultas e aparelhos cada vez mais estéticos. Neste sentido, os alinhadores invisíveis ganharam cada vez mais espaço, primeiramente na ortodontia americana, e, mais recentemente, na odontologia brasileira.
 
Indicados para pequenas movimentações ortodônticas, correção de recidivas, para pacientes com dificuldades na higienização e para aqueles cuja necessidade estética é insdispensável, os alinhadores invisíveis aliam conforto à praticidade e eficiência.
 
A eliminação da fase de moldagem, na qual um gel especial é levado à boca para conseguir a "impressão negativa" dos dentes, reconhecidamente uma fase desconfortável do pré-tratamento, também salta aos olhos: esta etapa, atualmente, é substituída pelo scaneamento oral.
 
O desafio da ortodontia em desenvolver aparelhos cada vez mais discretos e eficientes está finalmente sendo superado.

 

29 Maio
Belém
Pesquisa sugere que tratamento de implante dentário deve ser adaptado para fumantes
Por Theodorico Neto

Um estudo chinês intitulado "Efeito de fumantes pesados sobre implantes dentários colocados nas mandíbulas posteriores de pacientes do sexo masculino: Um estudo clínico prospectivo", realizado por pesquisadores do First Affiliated Hospital of Xi'an Jiaotong Xi'an na China compararam a estabilidade do implante e resposta tecidual do peri-implante em pacientes fumantes e não fumantes e verificou que fumar não afeta o sucesso global da cirurgia, assim como todos os implantes realizaram osteointegração e sem complicações pelo menos até o final da décima segunda semana após a colocação. No entanto, o tabagismo causou ao redor do osso dos implantes uma cura mais lenta. Consequentemente, os implantes começaram a osteointegração consideravelmente mais tarde do que o previsto no grupo de não fumantes.
 
A pesquisa tem demonstrado que o tabagismo pode afetar negativamente o implante e a integração óssea. A fim de melhorar os resultados do tratamento e evitar falhas, Cirurgiões-Dentistas precisam ter uma compreensão exata de como o hábito irá afetar o processo de cicatrização.
 
No estudo, os implantes foram colocados em mandíbulas posteriores de 32 pacientes do sexo masculinos parcialmente desdentados, dos quais 16 eram fumantes pesados e 16 não fumantes. A estabilidade do implante e resposta tecidual do peri-implante foram avaliados em três, quatro, seis, oito e doze semanas de pós-operatório.
 

14 Maio
Belém
Dentista desenvolve gel que pode "secar" lesões de Herpes em 24 horas
Por Theodorico Neto

O lábio começa a arder / coçar… de repente, aquelas “bolinhas”. Herpes. Um dentista da USP de Ribeirão Preto afirma que desenvolveu uma nova forma de secar rapidamente, em um único dia, o problema incômodo e comum.
 
A herpes tipo 1 – aquela que costuma aparecer na boca, mas que também pode se manifestar em outras áreas da face, no tronco ou até mesmo nos órgãos genitais – é causada pelo vírus Herpes simplex e não tem cura. 
 
E foi exatamente por uma “quase urgência estética” que Vinícius Pedrazzi, professor de Odontologia da USP, acabou descobrindo acidentalmente uma formulação para “secar”, em um dia, as feridas provocadas pelo vírus. “Estava atendendo uma paciente muito vaidosa. No dia em que eu ia entregar a prótese, ela apareceu com lesões grandes na boca, e, como era perto do natal, ela insistiu para sair logo com a prótese”, conta Pedrazzi, que diz não ser costumeiro, por segurança, atender pacientes que estejam com feridas herpéticas.
 
Como, durante o procedimento, a paciente estava sentindo dores por conta das feridas, o cirurgião dentista e professor da USP aplicou um anestésico em volta das áreas com lesões. “Isso foi de manhã. À tarde ela ligou e falou que as feridas tinha sumido”, recorda. Com a curiosidade atiçada, uma pesquisa foi iniciada. O resultado foi, a partir do anestésico usado inicialmente, o desenvolvimento de um tipo de gel que, se aplicado três vezes, de oito em oito horas, praticamente some com as lesões de herpes da boca. Após a aplicação – que cobre a lesão e deve ter alguma margem de segurança em volta da região do ferimento –, forma-se uma película incolor, que deve ser deixada no local por duas horas.
 
Atualmente, uma pesquisa (com apoio da Fapesp e do CNPq) sobre o creme é conduzida com 115 pacientes, alguns deles sendo acompanhados há mais de um ano. Pedrazzi diz que em menos de 20% dos pacientes não há sucesso total – sumir todas as lesões e não haver recidiva – da aplicação, mas que mesmo nesses casos há melhora no quadro clínico.
 
“Estamos ainda buscando alguma explicação para o produto, mas provavelmente bloqueamos a ação viral por um processo de envelopamento. O vírus não consegue se replicar, e, como forma de defesa, ele se inativa”, diz Pedrazzi. A notícia do novo creme já se espalhou no boca a boca e várias pessoas estão tentando conseguir a aplicação. “Não queremos apressar nada para não colocar pacientes em risco”, afirma o colega, que agora tenta patentear a droga – na qual já há uma empresa interessada – antes de pensar em publicar o achado em revistas científicas.
 
Sobre as Lesões da Herpes
 
As lesões de herpes, em média, duram sete dias. Os medicamentos existentes até o momento (orais ou em creme) conseguem diminuir a duração das lesões para entre três e quatro dias, caso sejam usados na primeira fase da manifestação – dividida em formigamento, ardor; bolhas; e “casquinhas”. Já com as lesões instaladas, contudo, os medicamentos normalmente não conseguem diminuir o tempo de manifestação.
 
Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 3,7 bilhões de pessoas com menos de 50 anos estão infectadas com herpes tipo 1, o que representa aproximadamente 67% da população mundial com o microrganismo “escondido” quietinho – pelo menos na maior parte do tempo – nos gânglios do corpo.

09 Maio
Ananindeua
Como ler e fazer artigos científicos
Por Roberta Cruz

Como muitos alunos vem com dúvidas para estruturar seus trabalhos e artigos trouxemos um esquema para facilitar a leitura.

É muito importante para um profissional atualizar seus conhecimentos, e a leitura de artigos científicos é uma ótima maneira de alcançar informações do que há de mais novo no mundo científico, por isso que algumas digas para uma boa leitura pode ajudar na compreensão destes textos.

 

 

04 Maio
Belém
Pesquisa indica que pessoas só descobrem que sofrem de bruxismo quando vão ao Cirurgião-Dentista
Por Theodorico Neto

É difícil saber o que acontece com nosso corpo enquanto estamos dormindo. Por isso, muitas pessoas não sabem que sofrem de bruxismo noturno. Trata-se de um hábito involuntário que faz com que os pacientes pressionem fortemente a mandíbula - alguns também rangem os dentes sem nenhum objetivo funcional.
 
O bruxismo mais brando é mais comum do que se imagina e afeta tanto crianças quanto adultos. Na população mundial, cerca de 30% das pessoas têm essa condição, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, dados oficiais apontam que o problema atinge 40% da população. As causas mais comuns são estresse, ansiedade e tensão. Ainda que o bruxismo não seja um transtorno perigoso, pode causar lesões dentárias permanentes se não for tratado. "Ranger os dentes é cerca de 40 vezes mais potente do que mastigar", observou Nigel Carter, da Fundação Britânica de Saúde Oral.
 
A maioria das pessoas que contrai a mandíbula e que range os dentes não sabe que tem esse hábito involuntário. "Quem normalmente descobre mais facilmente são as pessoas que acordam seus maridos ou esposas com o barulho", explica Carter.
 
Com frequência, a pressão sobre a mandíbula e os dentes acontece quando as pessoas estão dormindo, concentradas em fazer algo ou estressadas, segundo informações do serviço de saúde pública britânico, o NHS.
 
O curioso é que o bruxismo nem sempre gera sintomas, ainda que algumas pessoas sintam dores faciais, dores de ouvido ou de cabeça quando acordam. Outras pessoas percebem, com o tempo, a erosão dos dentes, mas, em geral, costumam descobrir isso apenas quando visitam o Cirurgião-Dentista. Na maioria dos casos, os pacientes com bruxismo acabam tendo regiões planas e cantos desgastados em seus dentes. O bruxismo também pode ser causado por transtornos do sono, como apneia e roncos, e contribuir para a interrupção do sono.
 
Ainda que a causa específica do bruxismo não esteja clara, especialistas normalmente vinculam o problema a estresse, ansiedade e problemas do sono – fatores que, no mínimo, agravam o problema.
 
Em alguns países, acredita-se que os casos de bruxismo estejam aumentando, talvez relacionados a um contexto de estilo de vida cada vez mais atribulado. No caso dos adolescentes, um estudo recente realizado no Brasil sugere que o bruxismo pode se manifestar quando crianças sofrem perseguição dos colegas escolar.
 
Segundo os resultados da pesquisa, publicada na revista especializada Oral Rehabilitacion, as crianças de 13 a 15 anos vítimas de abuso verbal na escola têm probabilidade de sofrer bruxismo noturno quatro vezes maior do que outros adolescentes. O problema apareceu em 65% dos estudantes pesquisados que sofriam bullying, enquanto só 17% dos outros estudantes apresentaram a condição.
 
Segundo a Fundação Britânica de Saúde Oral, tanto os pais quanto as escolas deveriam ser mais conscientes a respeito do problema, que também afeta adultos estressados e ansiosos.
 
Os tratamentos servem para reduzir a dor (se ela existir), prevenir o dano dental permanente e diminuir a fricção dental. Para proteger os dentes de maneira permanente, recomenda-se o uso de protetores bucais ou aparelhos feitos sob medida. Mas, muitos especialistas também sugerem mudanças no estilo de vida para lidar melhor com o estresse diário e aliviá-lo. "Se seu bruxismo estiver relacionado ao estresse, é importante que você tente relaxar mais e dormir bem", recomenda o NHS. Para isso, a sugestão é a prática de ioga, usar técnicas de relaxamento para respiração, recorrer a massagens e escutar música antes de dormir, por exemplo.
 
Se não funcionar, há alguns tratamentos psicológicos que podem ajudar, como as terapias cognitivas ou comportamentais, que trabalham a ligação entre o pensamento e o comportamento. Existem algumas técnicas que tentam reverter hábitos, mas o NHS afirma que não há evidência científica de maneiras para evitar o bruxismo.
 
Em todo caso, controlar o bruxismo durante o dia é muito mais fácil do que fazê-lo durante o sono. Além disso, também de acordo com o NHS, reduzir o consumo de álcool e parar de fumar pode ajudar a prevenir o bruxismo. O consumo de drogas recreativas, como êxtase ou a cocaína, também pode piorar o problema.
 
Em algumas ocasiões, o bruxismo pode ser um efeito colateral de algumas medicações antidepressivas, mas qualquer mudança de medicação deve ser consultada com um médico.

Páginas